EU DIGO NÃO!

Eu quero começar dando uma explicação.

Logo que a idéia de ter um blog surgiu, eu tinha certeza que queria que o nome ou pelo menos o tema dele tivesse a ver com a personagem Lolita do Vladimir Nabokov. Depois de muito procurar e testar nomes eu cheguei ao “Pra Sempre Lolita”. Na hora de registrar o domínio me deu um “clic”. Peraí! Mas será que com este nome eu não vou atrair todo tipo de pedófilo? Este nome não dá uma idéia de alguém a favor da eternização da personagem na vida real? Não seria um incentivo à perpetuação da imagem infantil erotizada? Eu realmente cheguei a me perguntar se Freud não explicaria o fato de eu gostar tanto da personagem? Seria eu uma candidata ou uma pedófila que não tinha se desenvolvido. Eu passei um bom tempo, quase um mês neste dilema e numa verdadeira auto-analise, exame de consciência MESMO! E depois de conversar com amigos e ouvir algumas opiniões eu cheguei à conclusão que não tinha nada a ver com pedofilia e que em momento algum eu estava virando garota propaganda da erotização infantil.

O que me encanta na Lolita, é justamente a inocência endossada pela inconseqüência dela. Eu jamais dei ênfase á malicia precoce dela (que é óbvio que existe!). O que eu defendo é que a gente deve crescer, mas deve manter de alguma forma algo de sapeca, de inocente, de inconseqüente da época da nossa infância. Também não defendo nem sou uma adulta infantilizada! Mas uns momentos de travessura são sempre bem vindos!

Explicado o que me incomodava, vamos à proposta da blogagem coletiva. Eu resolvi recorrer ao You Tube como motivador (lembram da época do vestibular que antes da redação tinha sempre um texto motivador? Algo que detonava o processo de escrever dentro da gente?). Eu, na minha inocência imaginei que mesmo que não tivesse nada especificamente sobre o assunto certamente teria algo que serviria de motivador. Para minha surpresa o tema tem um material vastíssimo. Segunda surpresa: de uma qualidade impressionante!

Eu passei a tarde INTEIRA vendo vídeos sobre o assunto. Você começa vendo um que leva a outro que leva a outro e assim por diante. O que era para ter sido motivador para mim, teve um efeito 1000% oposto. Eu precisei parar de assistir, a esta altura já nada tinha a ver com escrever ou não. Foi me dando uma angústia, uma falta de ar, uma taquicardia, uma sensação muito ruim. Acho que se eu realmente tivesse usado a receita do médico e comprado o tal do Rivotril dias atrás hoje eu tinha tomado ele com gelo e limão e ainda assim eu não teria me sentido melhor. Eu precisei passar por pelo menos uma hora de muito choro para conseguir me propor novamente a escrever algo sobre isso. As imagens são fortíssimas. Sendo elas verdadeiras ou feitas em estúdio para algum vídeo educativo, elas despertaram sentimentos e reações físicas horríveis dentro de mim. A cada imagem que surgia eu me pegava imaginando a história por trás dela.

Eu decidi me proclamar totalmente inadequada, inábil e principalmente incapaz de falar sobre este tema. Ele é de uma profundidade e densidade que eu não alcanço. Felizmente a vida me brindou com uma verdadeira blindagem a qualquer tipo de violência na minha infância. Aliás, até hoje eu não passei por nada comparado ao que o mundo pode fazer com uma pessoa em termos de violência. Eu me dei conta que além de nunca ter sido objeto de tal violência eu também nunca fui exposta a nenhum caso assim. Pelo menos não que fosse sabido. Nunca tive uma coleguinha, um vizinho, um conhecido molestado sexualmente. A vida nunca me proporcionou perder a minha inocência neste sentido. Se é bom? Claro que é! Quem quer ter sido abusada? Quem gostaria de ter um amiguinho abusado? Ninguém. Mas tem um lado negativo nisso. O assunto e quem sabe até mesmo os sinais até hoje passaram batidos por mim. Quem garante que eu já não tive contato, em criança ou mesmo já adulta, com alguém que precisava de ajuda, ou alguém que precisava de punição? Não saberei nunca.
Violência de um modo geral é algo muito ruim. Mas violentar, VIOLAR uma criança é algo demoníaco! Quem tem conhecimento, ou mesmo desconfiança, que há uma criança sofrendo abusos e se cala, alem de covarde é tão criminoso quanto o agressor.

É uma obrigação de todo cidadão estar alerta, atento a todo e qualquer sinal de abuso sexual contra a infância e denunciar! E quanto a isso não há controvérsias e não cabe qualquer discussão a respeito.

Eu escolhi dois vídeos do you tube. Um que trata da violência em geral, com imagens e outro que é uma animação com a historinha contada do ponto de vista da criança abusada sexualmente, falando para outras crianças. Dói na alma! (todos dois são em espanhol, mas de fácil compreensão)

DIGA NÃO À PEDOFILIA E À EROTIZAÇÃO INFANTIL

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Dias 18 e 25 de maio - Blogagem Coletiva Em Defesa Da Infância

O Blog Diga Não À Erotização Infantil e a Comunidade Diga Não À Pedofilia convidam todos os blogs e sites amigos da criança a participarem de duas blogagens coletivas nos dias 18 e 25 de maio.

Dia 18 de maio é o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. Foi instituído pela Lei 9.970. A idéia surgiu em 1998 quando cerca de 80 entidades públicas e privadas, reuniram-se na Bahia para o 1º Encontro do Ecpat no Brasil. Organizado pelo CEDECA/BA, representante oficial da organização internacional que luta pelo fim da exploração sexual e comercial de crianças, pornografia e tráfico para fins sexuais, surgida na Tailândia, o evento reuniu entidades de todo o país. Foi nesse encontro que surgiu a idéia de criação de um Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual Infanto-Juvenil.

Foi escolhido o 18 de maio em homenagem à menina Araceli. Seqüestrada em 18 de maio de 1973, Araceli Cabrera Sanches, então com oito anos, foi drogada, espancada, estuprada e morta por membros de uma tradicional família capixaba. Muita gente acompanhou o desenrolar do caso, desde o momento em que Araceli entrou no carro dos assassinos até o aparecimento de seu corpo, desfigurado pelo ácido, em uma movimentada rua da cidade de Vitória. Poucos, entretanto, foram capazes de denunciar o acontecido. O silêncio da sociedade capixaba acabaria por decretar a impunidade dos criminosos.

Dia 25 de maio é o Dia Internacional Das Crianças Desaparecidas. A data refere-se ao dia do rapto do menino americano Etan Patz, em 1979. Etan tinha seis anos e jamais foi encontrado. Em 1983, os EUA reconheceram a data. Na Europa a data foi introduzida pela ONG Child Focus, após o caso Marc Dutroux, belga que raptou, estuprou e matou seis meninas. No Brasil o símbolo maior da luta pelas crianças desaparecidas é Arlete Caramês, mãe de Guilherme, desaparecido desde 17 de junho de 1991.

COMO PARTICIPAR DA BLOGAGEM COLETIVA E DE NOSSO MOVIMENTO

No dia 18 de maio próximo poste em seu blog textos sobre exploração sexual, abuso sexual, pedofilia e perigos na internet para crianças. Não teremos um texto padrão. Você pode pesquisar em nosso blog ou em nossas comunidades no orkut ( Diga Não À Pedofilia e Crianças e a Internet) e escolher o texto que mais lhe agradar para postar em seu site. O importante é repassar as informações, alertar, protestar! Informar às pessoas de como elas podem reconhecer que uma criança está sendo abusada, como e onde denunciar, alertar pais e crianças sobre os perigos da Internet, exigir o fim da impunidade e que todo crime contra crianças seja considerado hediondo.

Quem não tem blog ou site, pode nos ajudar divulgando nosso Movimento e também através do orkut, colocando em sua página a imagem dessa fita no lugar de sua foto, na semana de 18 de maio.

Mais informações sobre a Campanha de 18 de maio, leia na comunidade no orkut.

No dia 25 de maio, pedimos ajuda mais uma vez para divulgação de nosso Movimento Pela Criação do Alerta Amber no Brasil. O Alerta Amber é um alerta nacional de crianças desaparecidas dos EUA. Queremos que um alerta semelhante seja implementado em nosso país. Em cerca de 75% dos raptos, a criança é morta nas primeiras horas por seus seqüestradores e cerca de 10 a 15% das crianças desaparcidas podem jamais ser encontradas. A criação de um cadastro e alerta efetivo de crianças raptadas poderia mudar esse contexto, salvando vidas, quando a notícia do desaparecimento da criança fosse alardeada rapidamente, principalmente pelos meios de comunicação. Recentemente, o Deputado Alfredo Kaefer apresentou, na Câmara dos Deputados, projeto de lei para criação do alerta nacional. Queremos pressionar para que seja rapidamente aprovado e efetivado. Leia aqui mais sobre nosso Movimento e ajude a divulgá-lo.

Para a semana de 25 de maio, convidamos a uma blogagem coletiva a respeito do drama das crianças desaparecidas e raptadas que também pode ser pesquisando em nosso blog clicando AQUI. Quem quiser também poderá divulgar a imagem deste Movimento, em seus blogs ou através do orkut.

Muito obrigada à solidariedade de todos que ajudarem esse Movimento.

“A criança é o princípio sem fim. O fim da criança é o princípio do fim. Quando uma sociedade deixa matar as crianças é porque começou seu suicídio como sociedade. Quando não as ama é porque deixou de se reconhecer como humanidade.

Afinal, a criança é o que fui em mim e em meus filhos enquanto eu e humanidade. Ela, como princípio, é a promessa de tudo. É minha obra livre de mim.

Se não vejo na criança, uma criança, é porque alguém a violentou antes, e o que vejo é o que sobrou de tudo que lhe foi tirado. Diante dela, o mundo deveria parar para começar um novo encontro, porque a criança é o princípio sem fim e seu fim é o fim de todos nós.”

Herbert de Souza (BETINHO)
Sociólogo

Outra blogagem legal que vou participar, em seguida, mas tratarei dela após a da Pedofilia!

Feliz Dia das Mães

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Passei dias tentando achar a mensagem perfeita para o dia das mães. Aquela que dissesse tudo que eu gostaria que fosse dito, sem tirar nem por. Com isso na cabeça passei  quase uma semana numa caçada desesperada no Youtube, quando eu me dei conta que tem coisas que simplesmente não se explica com palavras. Que transcendem o universo das letras. O entendimento só vem se for feito com o coração, com sentimento. Mãe é uma dessas “coisas”: ou você compreende o sentido com o coração ou palavra alguma te fará entender o que isso significa.

Então escolhi uma mensagem que não usa palavras para demonstrar o poder de uma mãe na vida de uma criatura, o quão especial este ser é. Um arquivo feito só de imagens. Tudo bem que a qualidade delas em alguns momentos deixa um pouco a desejar, mas certamente o recado é dado.

Queria então, desejar  um Dia das Mães cheio de paz amor e saúde para todas as mães do mundo, de todas as raças e todos os credos, as  mães adolescentes e as mães da terceira idade, as mães que neste momento podem abraçar seus filhos e as mães que tudo que poderão fazer é uma prece e deixar uma flor no túmulo de um filho. Um dia de paz nos corações das mães que procuram desesperadamente por seus filhos que por algum motivo  foi arrancado de seus braços e até hoje não foram devolvidos. Um dia abençoado para as mães que não geraram seus filhos no útero, mas que dão tudo o que eles precisam com seus corações. Um dia lindo para as mães que agora são avós…. ai as avós….que coisa mais gostosa deve ser ser mãe duas vezes!

Um Feliz Dia das Mães para todos os filhos que ainda podem passar um dia como o de hoje ao lado de sua mãezinha querida e um dia de muita paz e serenidade para aqueles que passarão o dia com suas mães somente em seus corações e pensamentos.

E…Como ninguém é de ferro: Um feliz dia das mães para MINHAS duas MÃES!!!

E agora para não fugir da regra, momento cultura: A Origem do Dia das Mães!

A mais antiga comemoração dos dias das mães é mitológica. Na Grécia antiga, a entrada da primavera era festejada em honra de Rhea, a Mãe dos Deuses.

O próximo registro está no início do século XVII, quando a Inglaterra começou a dedicar o quarto domingo da Quaresma às mães das operárias inglesas. Nesse dia, as trabalhadoras tinham folga para ficar em casa com as mães. Era chamado de “Mothering Day”, fato que deu origem ao “mothering cake”, um bolo para as mães que tornaria o dia ainda mais festivo.

Nos Estados Unidos, as primeiras sugestões em prol da criação de uma data para a celebração das mães foi dada em 1872 pela escritora Júlia Ward Howe, autora de “O Hino de Batalha da República”.

Mas foi outra americana, Ana Jarvis, no Estado da Virgínia Ocidental, que iniciou a campanha para instituir o Dia das Mães. Em 1905 Ana, filha de pastores, perdeu sua mãe e entrou em grande depressão. Preocupadas com aquele sofrimento, algumas amigas tiveram a idéia de perpetuar a memória de sua mãe com uma festa. Ana quis que a festa fosse estendida a todas as mães, vivas ou mortas, com um dia em que todas as crianças se lembrassem e homenageassem suas mães. A idéia era fortalecer os laços familiares e o respeito pelos pais.

Durante três anos seguidos, Anna lutou para que fosse criado o Dia das Mães. A primeira celebração oficial aconteceu somente em 26 de abril de 1910, quando o governador de Virgínia Ocidental, William E. Glasscock, incorporou o Dia das Mães ao calendário de datas comemorativas daquele estado. Rapidamente, outros estados norte-americanos aderiram à comemoração.

Finalmente, em 1914, o então presidente dos Estados Unidos, Woodrow Wilson (1913-1921), unificou a celebração em todos os estados, estabelecendo que o Dia Nacional das Mães deveria ser comemorado sempre no segundo domingo de maio. A sugestão foi da própria Anna Jarvis. Em breve tempo, mais de 40 países adotaram a data.

“Não criei o dia das mães para ter lucro”

O sonho foi realizado, mas, ironicamente, o Dia das Mães se tornou uma data triste para Anna Jarvis. A popularidade do feriado fez com que a data se tornasse uma dia lucrativo para os comerciantes, principalmente para os que vendiam cravos brancos, flor que simboliza a maternidade. “Não criei o dia as mães para ter lucro”, disse furiosa a um repórter, em 1923. Nesta mesmo ano, ela entrou com um processo para cancelar o Dia das Mães, sem sucesso.

Anna passou praticamente toda a vida lutando para que as pessoas reconhecessem a importância das mães. Na maioria das ocasiões, utilizava o próprio dinheiro para levar a causa a diante. Dizia que as pessoas não agradecem freqüentemente o amor que recebem de suas mães. “O amor de uma mãe é diariamente novo”, afirmou certa vez. Anna morreu em 1948, aos 84 anos. Recebeu cartões comemorativos vindos do mundo todos, por anos seguidos, mas nunca chegou a ser mãe.

Cravos: símbolo da maternidade

Durante a primeira missa das mães, Anna enviou 500 cravos brancos, escolhidos por ela, para a igreja de Grafton. Em um telegrama para a congregação, ela declarou que todos deveriam receber a flor. As mães, em memória do dia, deveriam ganhar dois cravos. Para Anna, a brancura do cravo simbolizava pureza, fidelidade, amor, caridade e beleza. Durante os anos, Anna enviou mais de 10 mil cravos para a igreja, com o mesmo propósito. Os cravos passaram, posteriormente, a ser comercializados.

No Brasil

O primeiro Dia das Mães brasileiro foi promovido pela Associação Cristã de Moços de Porto Alegre, no dia 12 de maio de 1918. Em 1932, o então presidente Getúlio Vargas oficializou a data no segundo domingo de maio. Em 1947, Dom Jaime de Barros Câmara, Cardeal-Arcebispo do Rio de Janeiro, determinou que essa data fizesse parte também no calendário oficial da Igreja Católica.

DIFÍCEIS ESCOLHAS

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Por que teimamos em crescer? Em sair do “útero quentinho” do seio familiar que a infância propicia? Por que insistimos em adquirir bens e responsabilidades que na maioria das vezes só servem pra acumular problemas e tristezas na nossa história? Por que eu lutei tanto pra deixar de ser a menina do vovô e me tornar uma mulher de ninguém? Por que chega uma hora em que temos a necessidade física de termos nossa própria casa, conta em banco, carro, marido, filhos, diploma e um monte de trabalho pra fazer, responsabilidades, problemas e mais problemas sem fim a serem resolvidos?

Tantas questões assim me fazem sentir saudade de um tempo em que nada tirava meu sono. Sabe a expressão “eu era feliz e não sabia”? Exatamente, não sabia por que tinha tantas outras preocupações que me faziam acreditar que eu era a garota mais problemática do mundo. Ahhh, se eu soubesse… Eram coisas tão simples de se resolver.

Como resolver ir a todas as festinhas que eu fosse convidada, fossem em dia de semana ou final de semana e chegar tarde como todo mundo fazia, mas meus avós insistiam em dizer que eu não poderia ir. “Uma menina de família não vai a festinhas todo dia e chega tarde. Uma menina que tem família zelando por ela, fica em casa estudando e se preparando para a vida”. O que adiantou? Hoje, apesar de já ter chegado aos 30 anos, tenho liberdade total de ir e vir, quando e com quem quiser. Fiquei feliz com isso? Não, perdeu a importância no momento em que ficou “tudo liberado” (calma….nem tudo!!!). No começo eu até aproveitei um bocado….saí muito e cheguei em casa muitas vezes junto com o sol….Mas a verdade é que logo perdeu a graça. O mundo fora da Gaiola parece tão sedutor quando visto de dentro dela….

E o medo de não ser aceita pela turma? De ficar marcada como a diferente? Quantas coisas eu deixei de fazer com medo de parecer a “Carrie-a estranha”? Quantas opiniões guardei pra mim? Quantas vezes deixei de falar pra minha família “eu te amo”, com medo que eles me achassem uma boba sentimental ou que eu estava desistindo da minha rebeldia sem causa? E o pior: como sofri por cada vez que deixei de ser eu mesma? Que besteira, um dia você cresce e descobre que todo mundo é diferente (graças a Deus!), e que é justamente aí que está a graça em ter amigos e uma família: descobrir diferenças que enriquecem, te fazem sentir menos esquisita e mais amada.

Mas nem tudo era só neuras! Senão não teria tantos motivos pra sentir saudades dessa fase. Sinto falta do meu jeito carinhoso com meus amigos, da disponibilidade que tinha pra ser simplesmente amiga e confidente de pessoas que passavam pelas mesmas crises que eu. Sabe quando nada mais importa (tarefa, paqueras, festas, cursinho, colégio) quando aquela sua amiga te liga com voz chorona dizendo que seus pais estão se separando ou o seu namorado pediu um tempo? Nada mais tinha importância, eu parava tudo e ia dar a ela meu ombro cheio de apoio e conforto. E hoje, o que eu faço? Minha melhor amiga passa por uma crise monumental e eu não tenho mais o mesmo tempo e disponibilidade de ligar e ir alem de ouvi-la dizer que penso muito nela e rezo todo dia pra que Deus a conforte, já que essa amiga aqui nem pra isso presta.

Sinto falta do convívio diário com minha família. Sinto falta de nossas conversas em volta da mesa. Deles me esperando chegar do colégio, azul de fome e mal humorada pra saberem o que tinha acontecido de divertido no meu dia. Sinto saudade de sair pra fazer compras com minha avó na Nossa Senhora de Copacabana e sempre ter que comer milho cozido! Queria de volta as férias que tínhamos em família, onde tudo era companheirismo e descobertas. Sinto falta da figura forte e provedora do meu avô, que transmitia a sensação de que nada ruim poderia acontecer comigo ou com minha família. Mas coisas tristes acontecem com todo mundo, e eu descobri do jeito mais difícil que ninguém pode me proteger disso.

Mas eu cresci, e com eles meus problemas e, também, alegrias. Hoje, se eu não pagar minhas contas, ninguém pagará por mim. Se eu der um passo errado, terei que arcar sozinha com as conseqüências dele. Tenho muito mais poder, até pra magoar e machucar mais as pessoas que eu amo tanto. E sei que algumas coisas que faço, ao contrário de quando era uma menina, têm um tom definitivo. Hoje, está em minhas mãos ser definitivamente feliz ou infeliz. E quer saber? Sinto-me tão pronta pra decidir isso quanto uma menininha que não consegue escolher o que quer ganhar de Natal. Por que eu fui crescer, hein? Por que ninguém me avisou que um dia eu não teria pra onde correr quando tudo desse errado?

Ai….acho que quero alguem para  cuidar de mim….literalmente velar até meu sono.

Amanhã isso passa!

Dá Para não Valorizar a Lealdade de Um Amigo???

Vou manter meu estilo de sempre.

Falarei SÓ por mim: Nããããããããõ! Não dá!
Aliás fica difícil até confiar em quem não consegue entender, valorizar e apreciar lealdade.

Lealdade é mãe de muitas outras virtudes.

O que esperar de alguém capaz de ser desleal com uma amigo de verdade? TUDO!

O bom disso tudo é que o inverso tambem se aplica. Uma pessoa que se mantem leal aos que se diz amigo é uma pessoa que está acima de qualquer suspeita. É quase uma prova irrefutável de bom caráter.

Algo me diz que existe um erro conceitual gravíssimo na expressão “mundo cão”.

Anyway… Recebi essas imagens dias atrás e não consegui realmente esquecê-las (Como na net tudo parece circular há décadas, poder que estas imagens você tenha visto anos atrás. Para mim são novas). Fez com que eu refletisse sobre todas as vezes em que a lealdade de um bom amigo me resgatou do meio da “rodovia”. Claro que também me fez lembrar das vezes que o “amigo” se aproveitou da minha boa fé ou mesmo da minha distração para, sem mais nem menos, dar aquele empurrãzinho por entre a grade da passarela para me ver dar o possivel último suspiro esparramada no asfalto em meio ao trânsito pesado.

O que eu concluí? Que nao fossem os empurrões lá de cima da passarela eu nao teria encontrado tantos “anjos do asfalto” na minha estrada. E (desculpa Roberto, mas terei de me apropriar de algo que te pertence) o importante é que emoçoes eu vivi!!! (aff! rsrsrsrs que essa agora eu pegeui pesado, né?)

Espero que as imagens não choquem ninguém. Em uma olhada superficial elas são tristes. Mas elas retratam um momento de uma delicadeza infinita. Fazendo-nos desejar (para quem nunca experimentou) ou valorizar (para os expererimentados!) viver num mundo cão!

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***Este cachorro foi visto no meio de uma movimentada avenida tentando cuidar de  um  amigo que tinha sido atropelado. Usando as patas, tentava “acordá-lo” mas este estava já morto Ele tentou incansavelmente  empurrar  o seu amigo para fora da estrada. Quando se aproximavam  para ajudar, ele latia para impedir que chegassem perto. Apesar do tráfego intenso, não abandonou o seu amigo. Ele só saiu da avenida quando um carro do governo local veio retirar os dois.***

Em Português Claro

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Encotrei este texto por acaso. Achei ele super legal e interessante por que explica de forma simples para leigos em questões econômicas bem como leigos em “economês”, a crise na economia americana que começou  com a crise imobiliária.

Paul comprou um apartamento, no começo dos anos 90, por 300.000 dólares financiado em 30 anos. Em 2006 o apartamento do Paul passou a valer 1,1 milhão de dólares. Aí, um banco perguntou pro Paul se ele não queria uma grana emprestada, algo como 800.000 dólares, dando seu apartamento como garantia. Ele aceitou o empréstimo, fez uma nova hipoteca e pegou os 800.000 dólares.

Com os 800.000 dólares. Paul, vendo que imóveis não paravam de valorizar, comprou 3 casas em construção dando como entrada algo como 400.000 dólares. A diferença, 400.000 dólares que Paul recebeu do banco, ele comprometeu: comprou carro novo (alemão) pra ele, deu um carro (japonês) para cada filho e com o resto do dinheiro comprou tv de plasma de 636 polegadas, 43 notebooks, 1634 cuecas. Tudo financiado, tudo a crédito. A esposa do Paul, sentindo-se rica, sentou o dedo no cartão de crédito.

Em agosto de 2007 começaram a correr boatos que os preços dos imóveis estavam caindo. As casas que o Paul tinha dado entrada e estavam em construção caíram vertiginosamente de preço e não tinham liquidez.

O negócio era refinanciar a própria casa, usar o dinheiro para comprar outras casas e revender com lucro. Fácil….parecia fácil. Só que todo mundo teve a mesma idéia ao mesmo tempo. As taxas que o Paul pagava começaram a subir (as taxas eram pós fixadas) e o Paul percebeu que seu investimento em imóveis se transformara num desastre. Milhões tiveram a mesma idéia do Paul. Tinha casa pra vender como nunca.

Paul foi agüentando as prestações da sua casa refinanciada, mais as das 3 casas que ele comprou, como milhões de compatriotas, para revender, mais as prestações dos carros, as das cuecas, dos notebooks, da tv de plasma e do cartão de crédito.

Aí as casas que o Paul comprou para revender ficaram prontas e ele tinha que pagar uma grande parcela. Só que neste momento Paul achava que já teria revendido as 3 casas mas, ou não havia compradores ou os que havia só pagariam um preço muito menor que o Paul havia pago. Paul se danou. Começou a não pagar aos bancos as hipotecas da casa que ele morava e das 3 casas que ele havia comprado como investimento. Os bancos ficaram sem receber de milhões de especuladores iguais a Paul.

Paul optou pela sobrevivência da família e tentou renegociar com os bancos que não quiseram acordo. Paul entregou aos bancos as 3 casas que comprou como investimento perdendo tudo que tinha investido. Paul quebrou. Ele e sua família pararam de consumir.

Milhões de Pauls deixaram de pagar aos bancos os empréstimos que haviam feito baseado nos preços dos imóveis. Os bancos haviam transformado os empréstimos de milhões de Pauls em títulos negociáveis. Esses títulos passaram a ser negociados com valor de face. Com a inadimplência dos Pauls esses títulos começaram a valer pó.

Bilhões e bilhões em títulos passaram a nada valer e esses títulos estavam disseminados por todo o mercado, principalmente nos bancos americanos, mas também em bancos europeus e asiáticos.

Os imóveis eram as garantias dos empréstimos mas esses empréstimos foram feitos baseados num preço de mercado desse imóvel, preço que despencou. Um empréstimo foi feito baseado num imóvel avaliado em 500.000 dólares e de repente passou a valer 300.000 dólares e mesmo pelos 300.000 não havia compradores.

Os preços dos imóveis eram uma bolha, um ciclo que não se sustentava, como os esquemas de pirâmide, especulação pura. A inadimplência dos milhões de Pauls atingiu fortemente os bancos americanos que perderam centenas de bilhões de dólares. A farra do crédito fácil um dia acaba. Acabou.

Com a inadimplência dos milhões de Pauls, os bancos pararam de emprestar por medo de não receber. Os Pauls pararam de consumir porque não tinham crédito. Mesmo quem não devia dinheiro não conseguia crédito nos bancos e quem tinha crédito não queria dinheiro emprestado.

O medo de perder o emprego fez a economia travar. Recessão é sentimento, é medo. Mesmo quem pode, pára de consumir.

O FED começou a trabalhar de forma árdua, reduzindo fortemente as taxas de juros e as taxas de empréstimo interbancários. O FED também começou a injetar bilhões de dólares no mercado, provendo liquidez. O governo Bush lançou um plano de ajuda à economia sob forma de devolução de parte do imposto de renda pago, visando incrementar o consumo porém essas ações levam meses para surtir efeitos práticos. Essas ações foram corretas e, até agora não é possível afirmar que os EUA estão tecnicamente em recessão. O FED trabalhava. O mercado ficava atento e as famílias esperançosas.

Até que, recentemente, o impensável aconteceu. O pior pesadelo para uma economia aconteceu: a crise bancária, correntistas correndo para sacar suas economias, boataria geral, pânico. Um dos grandes bancos da América, o Bear Stearns, amanheceu, na segunda feira última, quebrado, insolvente.

No domingo o FED, de forma inédita, fez um empréstimo ao Bear, apoiado pelo JP Morgan Chase, para que o banco não quebrasse. Depois disso o Bear foi vendido para o JP Morgan por 2 dólares por ação. Há um ano elas valiam 160 dólares. Durante esta semana dezenas de boatos voltaram a acontecer sobre quebra de bancos. A bola da vez seria o Lehman Brothers, um bancão. O mercado e as pessoas seguem sem saber o que nos espera na próxima segunda-feira.

O que começou com o Paul hoje afeta o mundo inteiro. A coisa pode estar apenas começando… Só o tempo dirá!

O MERGULHO DO CORAÇÃO

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Hoje meu post vai muito além de um simples Control C + Control V. É uma homenagem à minha tia Theresa Catharina a quem tenho na mais alta estima. Uma pessoa  que tem um senso de justiça e bondade acima de qualquer suspeita.  Este poema me foi enviado hoje por e-mail  por motivos que não vêm ao caso. Minha tia que é  uma  excelente jornalista, conferencista, escritora, professora universitária, produtora cultural, tradutora do Senado, crítica de cinema e poetisa escreveu este poema em 13 de julho de 1989, inspirada no filme  ” Le grand bleu ” (The Big Blue) – “Imensidão Azul” – França,1988 –  de Luc Besson.

Olho o mar ou dentro do meu coração?

Vejo os golfinhos ou a face de Deus?

As ilhas, para mim, são pegadas do Infinito;

não são acidentes geográficos.

As ondas não representam obstáculos:

são pontes e veredas.

A lua, às vezes, parece guiar o oceano

tão mansamente como a chuva que dança

e me dá a impressão de beijar as flores.

O que sinto, realmente, quando olho o mar?

O que vejo, na verdade, quando brinco

e nado em companhia dos golfinhos?

O que consigo atingir,

em termos de minha dimensão humana,

quando admiro o oceano

e vou até o seu íntimo mais desconhecido?

O silêncio do mar é canto de sereia?

As vozes dos golfinhos compõem

o meu silêncio interior?

Aqueles a quem amo me fazem falta

em cada segundo de alegria ou dor.

A pérola escondida que os mergulhadores

procuram com risco de vida

é o amor secreto que meu coração

tenta proteger, desajeitadamente.

Por que arriscar tudo, com tanto esforço,

por aquilo que não sabemos expressar

em palavras ou medir?!

Que visão chega a meu coração

quando sinto o oceano me envolver

nas mil e uma tonalidades de verde e azul?

Toco o limiar de um mistério,

a fronteira de um enigma

que é meu tesouro desde a infância

porque me desafia sem cessar

impresso em todos os anos de minha vida

como o prelúdio do futuro que não vejo

apesar de tocá-lo… no fundo do mar.

Um prefácio para um grande amor?

Ninguém responde… mas eu pergunto

sem jamais me fatigar!

Somente eu sei

que guardo, nas paredes de meu coração,

a pérola conquistada em todos os mergulhos

na busca incessante do sentido para a vida;

vale mais que todos os troféus…

A minha pérola é como estrela-guia

a multiplicar os sonhos adormecidos

que não ouso cantar em voz alta.

A visão dos golfinhos brincalhões

que não conhecem a inveja

nem se envolvem em competições

me faz vislumbrar um mundo diferente:

mais belo porque mais natural;

mais acolhedor porque sem desconfiança;

hospitaleiro, apesar da escuridão…

Guiada pelos golfinhos,

vejo através do que parece névoa;

em terra firme, sinto-me cega

porque insegura

quanto aos sentimentos e aos motivos

dos que me cercam,

me apressam, e me pressionam,

querendo me conduzir

aonde meu coração pode morrer…

As águas coloridas fluem,

curam e cantarolam

canções de fontes múltiplas;

aqui, minhas mãos sabem acariciar

porque são recebidas sem reservas;

aqui, tenho segurança para amar

porque acreditam em mim.

            Nesta IMENSIDÃO AZUL,

            não sou invasora, nem conquistadora:

            sou IRMÃ , Amiga e Companheira

            no Reino de Deus;

            nas mil e uma tonalidades de azul,

            não entro em conflitos;

            me harmonizo com a natureza

            da qual faço parte…

Nesta imensidão azul,

a pérola que conquistei

tornou-se facho de luz

nas ruas silenciosas

e não invadidas

de meu coração.

            A imensidão azul

            me fez perseguir sem descanso

            a face resplandescente do Amor.

Não mais experimento o medo

de viver com a minha solidão;

não mais receio perder o rumo;

aqui, o amor não me assusta…

            O mergulho do coração é o mais perigoso…

            porque nas profundidades desconhecidas

de si mesmo.

Aceito os desafios do oceano

ou mergulho nas mãos de Deus?

                        Quando mergulho, inebriado,

            quais as distâncias que supero?

            Abandono-me à imensidão azul

            ou persigo a face do Amor?

            As vozes dos golfinhos

                        se comunicam com o meu silêncio?

                        Olho o mar ou dentro do meu coração?

            Vejo os golfinhos ou a face de Deus?

                        Estou apenas mergulhando

                        ou me lançando, confiante,

            nas mãos amorosas de meu Criador?

“Em 1o. de abril vão os burros onde não devem ir”

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É….um quarto do ano já ficou para trás! Já estamos em 1º. de abril! (O mais triste é que para mim o ano sequer começou!!!)Enfim…Sou legal e como tal não pregarei peças em ninguém hoje, principlamente aqui. Mas quem me conhece sabe que eu adoro saber o porque das datas. Então minha contriubuição para o dia da mentira terá um cunho mais para o cultural que para o humorístico.

Há muitas explicações para o 1 de abril ter se transformado no Dia da Mentira ou Dia dos Bobos. Uma delas diz que a brincadeira surgiu na França. Desde o começo do século XVI, o Ano Novo era festejado no dia 25 de Março, data que marcava a chegada da primavera. As festas duravam uma semana e terminavam no dia 1 de abril.

Em 1564, depois da adoção do calendário gregoriano, o rei Carlos IX de França determinou que o ano novo seria comemorado no dia 1 de janeiro. Alguns franceses resistiram à mudança e continuaram a seguir o calendário antigo, pelo qual o ano iniciaria em 1 de abril. Gozadores passaram então a ridicularizá-los, a enviar presentes esquisitos e convites para festas que não existiam. Essas brincadeiras ficaram conhecidas como plaisanteries.

Em países de língua inglesa o dia da mentira costuma ser conhecido como April Fool’s Day ou Dia dos Tolos, na Itália e na França ele é chamado respectivamente pesce d’aprile e poisson d’avril, o que significa literalmente “peixe de abril”.

No Brasil, o 1º de abril começou a ser difundido em Pernambuco, onde circulou “A Mentira”, um periódico de vida efêmera, lançado em 1º de abril de 1848, com a notícia do falecimento de Dom Pedro, desmentida no dia seguinte. “A Mentira” saiu pela última vez em 14 de setembro de 1849, convocando todos os credores para um acerto de contas no dia 1º de abril do ano seguinte, dando como referência um local inexistente.

É claro que existem algumas superstições referentes a este dia.

Tradicionalmente, supõe-se que não se deve pregar peças após a meia-noite. Acreditda-se que os feitos posteriormente tragam a má sorte ao autor da brincadeira.

Alguém que não consegue aceitar as brincadeiras, ou tirar proveito delas dentro do espírito da tolerância e do divertimento também deve sofrer com a má sorte. Também se diz que aquele que for enganado por uma bonita moça será recompensado com o matrimónio, ou pelo menos a amizade dela.

Outro mito ou a superstição diz que o matrimónio no Dia da Mentira não é uma boa idéia e que um homem que se case nessa data será para sempre controlado pela esposa.

Na Atualidade a Internet faz com que seja difícil de saber se uma peça é “pregada” antes ou depois do meio-dia. Os fusos horários são diferentes em partes diferentes do mundo. O primeiro de abril) não acontece simultaneamente em todo o mundo. Mas, o advento da internet como um meio de comunicação mundial certamente serviu para facilitar os “traquinas” no seu trabalho.

Pessoas não-residentes no ocidente pouco conhecem o costume do Dia da Mentira e são mais vulneráveis à peças na internet e consequentemente terminam se tornando vítimas dos “boatos” de circulam por brincadeira neste dia. “Em primeiro de Abril vão os burros onde não devem ir”. Muitas organizações de mídia propagaram inconscientemente ou deliberadamente peças no Dia da Mentira. Mesmo agências de notícias sérias consideram o Dia da Mentira uma brincadeira normal, e uma tradição anual.

Algumas brincaderias deste dia ficaram famosas no mundo todo:
Kremvax: um hoax enviado em 1984 anunciando a conexão da União Soviética à USENET foi uma das primeiras peças pregadas na internet no Dia da Mentira.
Ilha de San Serriffe: O jornal britânico The Guardian publicou um suplemento em que mencionava esta ilha ficcional. O nome da ilha vem de “sans-serif”, uma família de tipos tipográficos.
Plantação de espaguete: O canal de televisão BBC no programa Panorama apresentou em 1957 uma reportagem falsa sobre árvores de esparguete. Muitas pessoas interessaram-se em plantar árvores de esparguete em suas propriedades.
Google Gulp: O Google cria a página sobre uma bebida sua.

Vejamos também alguns primeiros de abril pregados pela imprensa mundial, conforme relata a revista Isto é, de São Paulo, n11 1488, edição de 8 de abril de 1998: 1) “A África do Sul comprou Moçambique por US$ 10 bilhões. 0 anúncio do negócio fora feito na Organização das Nações Unidas pelo presidente sul-africano Nelson Mandela. Deu no jornal Star, de Johannesburgo; 2) A Rádio Medi, de Tânger, no Marrocos, noticiou que o Brasil não iria participar da Copa do Mundo porque o dinheiro da seleção seria usado na luta contra o incêndio em Roraima; 3) A minúscula república russa Djortostão declarou guerra ao Vaticano. Motivo: arrebatar o título de menor Estado da Europa. Paratanto, ele teria doado seis metros quadrados de seu território a uma república vizinha. Isso tudo de acordo com o jornal Moscou Times,, 4) Diego Maradona, ex-capitão da seleção argentina de futebol, é o novo técnico da seleção do Vietnã. Deu nos principais jornais vietnamitas; 5) Ao deixar o Senegal, o presidente americano Bill Clinton seria acompanhado de uma comitiva formada pelos primeiros 50 senegaleses que fossem à embaixada para pedir visto de entrada nos EUA. Assim informou o jornal Le Soleil, do Senegal. Centenas de senegaleses acreditaram na mentira e correram para a embaixada americana.”

Noticiando o falecimento de Maurício Fruet, ex-prefeito de Curitiba e ex-deputado federal, a revista Isto é, São Paulo, nº 1510, edição de 9 de setembro de 1998, informou que ele “era considerado o parlamentar mais brincalhão e espirituoso que passara pela Câmara dos Deputados. Um exemplo: convocou uma falsa reunião de todo o secretariado do então governador Roberto Requião no dia 1º de abril de 1990 (havia 15 dias que Requião tomara posse). Os Secretários, sem entender nada, passaram toda a madrugada no Palácio Iguaçu. De manhã, Fruet fez chegar a informação de que era um trote do Dia da, Mentira.”

Tudo faz crer que as brincadeiras, originárias das plaisanteries francesas, continuem sempre a existir, graças à eternidade das manifestações folclóricas no mundo inteiro.

Para quem não abre mão de “traquinar” neste dia, só não vale esquecer as 4 regrinhas básicas da data:

1 - Não se pode magoar ou fazer mal à pessoa.
2 - A “vítima” tem de acreditar.
3 - A “vítima”, quando descobre, tem pelo menos de sorrir.
4 - Nessa altura tem de se gritar: “1º. de Abril!”.

Atenção Atenção… Momento CELEBRATION!!!

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Adoro esses momentos “celebration”… São puro glamour…  Um loooooshooooo só!

Muito mais glamour que veludos, brilhos e outras “chiquezas” que o din-din pode nos proporcionar.

Esses momentos (especificamente estes) me fazem perceber que sou extremamente abençoada. Não é pouca porcaria não, é penicão cheio! (aff, meio galmour-zero esta comparação, né? Anyway…)

O pacote de M&M da minha vida não veio simplesmente “premiadinho” com uma merrequinha. Veio com Vários M&M´s vermelhos. Lógico que veio muito confeito quebrado, derretido, rachado, desencapado com cores detestáveis, dessas que não combinam mesmo com minha cútis.

Ah… Mas os vermelhos! Esses vieram lindos, em várias nuances e tamanhos para abrilhantar e glamourizar minha existência.

Mas hoje eu quero falar de um desse M&Ms em especial. Um que, exatamente num 29 de março, 22 anos atrás (Agradece não tá, benhê! Minha parte eu prefiro em dinheiro! rs) caiu do bico da cegonha: a Bebezinha! Minha Gueixa Paraguaia do coração!

Meu bem, agora deixando a brincadeira de lado… Eu queria que em palavras eu pudesse dar uma idéia, ao resto do mundo, do quão especial você é, e principalmente o quão “inenarravelmente” bom é ter você fazendo parte dos meus dias.

Você é uma pessoa que irradia boas vibrações.
Minha empatia por você começou logo no primeiro contato virtual.

–Poxa esta moça parece tão do bem! Queria que ela me desse mais bola aqui no blog! Vou puxar mais papo com ela!

Foi assim que começou Bebé. Antes mesmo de você se dirigir a mim suas boas vibrações já me atingiram como um raio! Depois, eu comentando por alto com alguém sobre um problema que eu estava vivendo no trabalho, você foi a primeira pessoa que, assim do nada, se mostrou interessada e principalmente solidária. Aí começava de fato minha história de amor por você (Pára tudo neste momento, vamos esclarecer, bem esclarecidinho, para que não pairem dúvidas!!! Eu gosto é de “homi”! Mas nada me impede de amá-la, né?). Depois com uma mãozinha da Xis (outro M&M vermelho-paixão do pacote da minha vida) a gente terminou oportunizando outro canal de contato… E daí em diante o tempo se encarregou do restante.

Quando eu estava pensando sobre o que escrever para fazer uma singela homenagem, o que me veio primeiro à mente foi fazer tipo uma descrição bem humorada, uma quase caricatura sua. Mas daí eu pensei:

-Naaaah! Quem quiser que desembrulhe o presente! Vou ficar aqui fazendo propaganda dos meus tesourinhos não! Vai que um (ou uma) aventureira passe por aqui e resolva roubar você????? De jeito maneira! (como você pode notar, rolou um momento possessividade exacerbada!!!! Hahahahah!) Então quem quiser que pague para ver!(mas que antes fale comigo que acabei ser nomeada- vitaliciamente - sua agente e empresária!!!)

Querida do meu coração… É isso! Desejo a você tudo o que desejo para mim mesmo:

CONFORTO
Nos dias difíceis

SORRISOS
Quando a tristeza chegar

ABRAÇOS
Quando o espírito esmorecer

RISOS
Para selar com um beijo na boca

POR DO SOL
Para aquecer seu coração

AMIZADES
Para fazer brilhar sua existência

BELEZA
Para alegrar os olhos


E então você poderá acreditar

CONFIANÇA
Para quando você tiver dúvidas

CORAGEM
Para conhecer a si mesmo

PACIÊNCIA
Para aceitar a verdade

AMOR
Pra completar sua vida

E

ARCO-ÍRIS
Para seguir as nuvens do céu

Feliz Páscoa!

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A Páscoa é…

Ser capaz de se modificar.

Partilhar a vida na esperança.

Lutar para vencer o sofrimento.

 

A Páscoa é…

Dizer sim ao amor e à vida.

Investir na fraternidade.

Lutar por um mundo melhor.

Vivenciar a solidariedade.

 

A Páscoa é…

Ajudar mais gente a ser gente.

Viver em constante libertação.

Crer na vida que vence a morte.

 

A Páscoa é…

Renascimento, é recomeço.

É uma nova chance para

melhorarmos as coisas que

não gostamos em nós mesmos.

Para sermos mais felizes.

Para nos conhecermos mais

e vermos que hoje somos muito

melhores do que fomos ontem!

 

Por isso, seja feliz e…

Feliz Páscoa!!!

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