Archive for December, 2008

Enfim, o fim!

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Estava aqui cheia de promessas insólitas, desejos desesperados, anseios aflitos e uma verdadeira Declaração de Intenções para o ano novo.
Ia dar um desses posts que a Xis adora tirar sarro por que são longos demais.
Mas na verdade o momento é daqueles que se o silêncio ou se as poucas palavras não fizerem a pessoa entender a mensagem, verborragia não terá serventia alguma!

Se 1968, reza a lenda, foi o ano que não terminou, 2008 foi na melhor e mais otimista das hipóteses o ano que não aconteceu!
Foi amargo!
Não teve uma fatia deste bolo miserável que tenha conseguido fazer a esperança e felicidade funcionarem. Quiçá á exaustão. Desculpa Drummond, mas 2008 quebrou TODA e QUALQUER regra e sem pedir licença poética para tal!

Mas agora….Estou em total êxtase:

- 2008, filho da mãe, tu estás no fim!!!!!!!!!!!!!
Acabando! Cessando! Sumindo! Minguando! Desaparecendo!

Agora quem está rindo sou eu! Ele, 2008, passou 12 meses gargalhando da minha cara, tirando sarro mesmo mas está prestes a virar história e dessas esquecidas!
Nunca achei que fosse gastar tanta energia comemorando mais o fim de um ano que o começo de outro. Mas não conseguiria esconder isso. Nem poderia.

Enfim…..

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Há promessas no ar…

Há desejos a se concretizar….

Existem ações a realizar..

Uma vida para transformar,

Sonhos para reconstruir e

Um MUNDO para mudar!

Este ano, tudo vai ser diferente!

Sorria mais e

Viva a vida simplesmente!

FELIZ ANO NOVO PRA GENTE!

E … BEM VINDO  seja

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UMA NOITE PARA MILAGRES

natividade

Quando eu era criança, eu achava que sempre acontecia um milagre na noite de natal. Não sei por que eu tinha essa idéia. Talvez por conta das milhares de luzinhas piscando, parecendo estrelinhas no chão. Ou por conta de todos aqueles filmes apelativos que passavam na TV. Ou talvez fosse por causa de toda aquela história do Papai Noel, que o universo lúdico insiste em manter. Ou quem sabe era a abundância de presentes, sempre tão atrativa para as crianças… Ou pelo fato de ir à igreja e ouvir tantas canções lindas entoadas pelo coral, vendo os presépios e pecinhas de natal. O fato é que eu realmente achava que, em algum lugar, um milagre ia acontecer na noite de 24 de dezembro.

Uma vez resolvi compartilhar com meu avô essa desconfiança. Será que era verdade isso que eu pensava? De onde vinha essa idéia? Perguntei a ele, e ouvi:

- Filhinha, você sabe o que é milagre?

Ora, é claro que eu sabia! Um milagre era uma coisa mágica, impossível, muito séria e que mudava a vida das pessoas. Um milagre era uma coisa tão poderosa e tão incrível que só Deus poderia fazer. Algo absurdo, notável, cheio de luzes e audiência. (E claro muito GLAMOUR!!!)

Meu avô, com aquele jeitinho simples que me dá uma saudade imensa até hoje, com aquela ternura que fazia parecer que cabia o mundo inteiro dentro dos braços dele… Me disse que, na verdade, um milagre não precisava ser assim uma coisa assim, tão suntuosa. Muito pelo contrário. Os maiores milagres aconteciam em silêncio, sem luzes brilhantes em volta, sem grandes eventos e nem reportagens de TV. Ele disse que os maiores milagres vinham de dentro pra fora e me pediu pra observar as pessoas no natal. E que reparasse o verdadeiro milagre que o natal podia fazer na vida de algumas delas.

Desde então, antes do natal, eu fico sempre mais reflexiva, porque começo a reparar nas pessoas, como meu avô ensinou.

Vejo que muitas delas estão atoladas em um poço de cansaço, de injustiça, de medo, de raiva, de inveja e de outras coisas que não são nada nobres e nem bonitas.
Vejo que vamos nos metendo em círculos viciosos de trabalho, de amizades superficiais, de sentimentos forjados, de mentiras, dos quais nem sempre conseguimos sair.
Vejo muita gente jogando a vida pela janela com vícios, com escolhas erradas, com teimosias bestas.
Vejo pessoas que não conseguem abraçar, beijar, dizer coisas bonitas, acarinhar, mostrar um afeto sincero.
Vejo pessoas que não dão a mínima para as outras e só pensam em si mesmas. E pessoas que nem de si mesmas cuidam, desprezando a sorte de estar vivo.
Vejo os mesmos velhos erros de sempre, gente que não aprende, e me irrito comigo mesma por ainda acreditar que eu e algumas pessoas que eu amo possamos mudar coisas que, na verdade, não têm muito jeito, porque somos humanos e vivemos pra fazer besteira, todo dia, toda hora.
Vejo gente com saúde, emprego, família, oportunidades que só pensa no que é ruim, e reclama de tudo, se fazendo de vítima do mundo. E outras tantas que, quando começa essa época, começam a consumir coisas compulsivamente, se metendo em dívidas, sem lembrar o verdadeiro sentido do natal - aquela coisa da humildade, da nobreza e do sacrifício de um pai que ofereceu seu bem mais precioso, seu filho, para vir ao mundo ensinar o que é amor de verdade.

Tudo isso é muito, muito deprimente. E toda essa reflexão dura até o natal, enquanto vou sobrevivendo aos amigos ocultos, aos shoppings lotados, às festinhas de fim de ano, às obrigações e compromissos e às mensagens vazias que enxergo nos outdoors e na televisão. Até que eu enxergo o verdadeiro milagre que a idéia do natal pode fazer.

Claro, sempre haverá aqueles que bebem e comem demais e estragam a festa dos outros. Sempre haverá consumismo exagerado. Sempre haverá mediocridade, pessimismo e mau humor. Sempre haverá quem não entenda nada. E sempre haverá miséria, fome, tristeza e injustiça no mundo. E eu com minhas boas intenções, com poucas ações de compartilhamento, com meus presentinhos e mensagens pros amigos, com minhas orações e meus desejos, pouco posso fazer por essas pessoas e por mim mesma. E ainda assim… Algo acontece no natal que faz um milagre.

Nem que seja só por uns dias…

Nem que seja só por uma noite.

O natal pode unir familiares que não se vêem faz tempo, e fazê-los se abraçarem com força e carinho. O natal pode enternecer corações duros, levando-os às lágrimas numa canção ou imagem bonita. O natal pode fazer mulheres amorosas cozinharem para seus queridos, levando sabores e beleza que enchem estômagos e olhos. O natal pode trazer uma saudade gostosa de quem não está mais aqui, mas deixou boas lembranças e bons exemplos. O natal pode levar pessoas avarentas e mesquinhas a ajudar outras que não têm quase nada para comer ou vestir. O natal pode ser a chance que as pessoas têm para escrever, dizer ou desejar em silêncio tudo de bom para aquelas que elas amam. O natal pode ser um momento de perdão. Ou de alegria. Ou de reflexão. O natal pode ser a chance de um abraço sincero que há muito estava preso. O natal pode ser uma noite cheia de pequenos milagres.

É por isso que, apesar de tudo, eu vou sentar sozinha uma hora, e reparar no milagre que foi Jesus ter nascido um dia, e trazido, entre tantas outras coisas boas, a chance de pelo menos uma vez por ano, parte do mundo estar mais calma, mais em paz e melhor. Uma pequena parte é certo… Mas uma parte.

Por isso, pessoas… Desejo sinceramente que, nesse natal, o milagre que vocês esperam aconteça na vida de vocês. Que haja crescimento, luz, consciência, caridade, e fartura emocional, mais do que fartura de presentes e comida. Que as pessoas que vocês amam estejam perto para que vocês possam declarar a elas o quanto elas são importantes todos os dias do ano. Que vocês relembrem o verdadeiro sentido desta data. Que não se esqueçam do aniversariante. E que vocês vejam no céu, e em vocês mesmos, pedaços de dias e de pessoas melhores.

FELIZ NATAL!
(E uma noite miraculosa pra vocês, em todos os sentidos.)

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Finalmente: O RECONHECIMENTO

Maria Fernada Candido

Tááááááá! Não vou escrever o quão “mara” é a Maria Fernanda Candido. Isso seria chover no alagado! Ela é Tudo de bom já disse isso milhões de vezes.

Vou falar sobre voz. Mais específicamente a minha voz.

Eu SEMPRE DETESTEI, com todas as minhas forças, a minha voz.
Desde pré-adolescente que tenho voz de mulher.
Rouca e profunda.
Na época minha mãe cortou meu cabelo curtinho (vocês devem lembrar quando a Monique Evans lançou a moda do cabelo bem curto) me confundiam com menino! Ou quando ligavam lá para casa dos meus avós e eu atendia, mais de um zilhão de vezes:
-Ah! É o netinho do Sr. Aloísio quem ta falando?
Arghhhhhhh!!! Meu sonho era ter a voz da secretária que tinha no seriado “A Gata e o Rato” vocês lembram?
Parecia voz de uma boneca de tão fininha!
Os anos passaram e a minha voz nunca mudou ou melhorou, só ficou mais rouca e mais pausada no ritmo.
Não deixo recado em secretária eletrônica nem se isso significar minha sobrevivência! Pegar num microfone em alguma palestra ou apresentação?????
Nem Pensar!
Não há nada mais torturante que ouvir minha voz gravada sendo reproduzida.
De verdade, já não sei nem dizer se eu realmente não gosto dela, mas acho que o trauma da infância é o que mais prevalece.
Entre os amigos já viraram minhas marcas registradas tanto minha gargalhada quanto minha voz.
Nem mesmo nunca ter tido um feedback masculino negativo a respeito da minha voz (muuuuuuuuuuito pelo contrário) diminui meu constrangimento.
Meu incomodo era tanto que quando eu tinha uns 20 anos cheguei a procurar uma fonoaudióloga para ver se eu conseguiria através de prática e exercícios “afinar” e literalmente dar uma infantilizada à minha voz. Obviamente a profissional foi 100% contra. Disse que isso poderia causar lesões graves e irreversíveis nas cordas vocais. Explicou que até se faz este tipo de trabalho, por exemplo, em atores que por um determinado e curto período de tempo precisa atingir um timbre específico, mas que para uma vida inteira o que eu queria era impossível.
Tentou todo o blá-blá-blá que eu já conhecia de cor e salteado para me convencer de que minha voz era um sonho para muita mulher.
Pois para mim esta voz era um pesadelo, com direito a Fred Krueger e tudo!
Aí deixei para lá… Entrei numa de “a curra é inevitável mesmo” então é melhor fingir que não estou nem me dando conta! (Esta foi uma época bem libertadora, ser alta demais, branca demais, rouca demais, encaracolada demais entre outros demais, passaram a ter um papel secundário na minha vida. Se sou assim tinha de aprender a ser feliz assim!)
Dez anos se foram, sou feliz como sou, mas continuo não deixando recado em aparelhos eletrônicos e fazendo o possível para não ter minha voz gravada ou reproduzida!
Um dia desses abri o site do O Globo on line e dei de cara com a matéria abaixo.
Fiquei “alegrinha”? É digamos que fiquei!
Mas no fundo, no fundo não me convenci!
Resolvi salvar e postar aqui. Afinal não deixa de ser um reconhecimento público que as rouquinhas e com vozes não infantilizadas têm seu valor! (É???)
Quem discordar de mim tem o vídeo com os exemplos e dicas de como atingir o grau mais sensual do “falar feminino” ao final da matéria rsssssss.

(Eu até pensei e, provar para mim mesmo e para todos que os 30 me trouxeram maturidade e sabedoria e gravar minha própria voz falando este texto, em vez de tê-lo digitado mas…acho que ainda não estou pronta para o consumo, digo, não estou madura o suficiente! Rssssss Nos 40 eu volto a este tema. Por favor me lembrem!)

“Maria Fernanda Cândido foi eleita a voz mais sensual do Brasil.”

Ela pode não ser o quesito mais importante, mas com certeza é um dos fatores decisivos na hora da conquista. A voz tem o poder de aproximar ou afastar pretendentes e pode dizer muito sobre suas técnicas sexuais, garantem os especialistas. Um estudo americano recente, publicado na revista Evolution and Human Behavior, confirmou o que, inconscientemente, nós suspeitamos: quem tem uma voz atraente costuma ser mais seguro na cama e tem uma vida sexual mais ativa e prazerosa.

Outra pesquisa, feita pelo terapeuta sexual Amaury Mendes Junior, indica que quanto mais fraca e trêmula a voz, mais chances daquela pessoa sofrer de problemas sexuais. Nos homens, o mais comum é a impotência ou uma perda rápida da ereção. Nas mulheres, o problema mais relatado é a dificuldade para chegar ao orgasmo.

A voz muda de acordo com a quantidade de hormônios sexuais no nosso corpo. As mulheres, durante a ovulação, quando têm um pico de estrogênio, ficam com uma voz mais sensual. Já os homens ficam com a voz mais grave quando têm picos de testosterona, o que costuma acontecer pela manhã. Estudos científicos mostram que uma voz bonita está associada a pessoas mais belas. Não é à toa que as pessoas se apaixonam facilmente pelos locutores de rádio - avalia Mendes Junior. Segundo o médico, a voz das mulheres começa a perder a sensualidade com a chegada da menopausa justamente por causa das mudanças hormonais típicas da fase.

E nada de achar que uma voz sedutora precisa ser melosa ou, pior, infantilizada. Para a consultora sexual Vana Charbel, professora do curso de voz na sex shop Madame Blanchye, a voz ideal para seduzir é aquela que é firme, pausada, um pouco rouca e com as sílabas prolongadas. Pense em Marilyn Monroe cantando “Happy Birthday Mr. President” ou na voz das atrizes Maria Fernanda Cândido e Vera Fischer, recentemente eleitas as vozes mais bonitas do Brasil em pesquisa feita pelo Instituto Brasileiro de Sexologia. A consultora sugere também tentar imitar a pronúncia de Íris Lettieri, a famosíssima ‘voz do aeroporto’.

- Hoje não há mais espaço para a mulher que fala com voz de criança ou que é muito melosa e fala com aquela voz fininha. Existem vários exercícios que ajudam a deixar a voz mais sexy. Minha dica é ir treinando aos poucos com os amigos ou na hora de pedir um favor para conhecidos. Já reparou que quem tem a voz sensual consegue tudo com mais facilidade? Peça a avaliação dos mais próximos. Assim você se sentirá mais segura na hora de seduzir o paquera - acredita Vana.

Como a voz também tem influências sociais e culturais, ela pode dizer muito sobre a personalidade de uma pessoa. Nada mais frustrante que um descompasso entre voz e atributos físicos, como no caso da modelo Gisele Bundchen, diz Vana. Gisele tem uma voz infantil que não condiz com sua imagem sexy, dizem especialistas Porém, algumas características da voz podem ser alteradas com certa facilidade.

Quem tem uma voz excessivamente assertiva ou mandona pode treinar falar bocejando. Isto ajuda a perceber a velocidade do som e as cordas vocais, e deixa a fala mais suave. Mulheres com voz muito infantil melhoram se abrirem mais a boca ao falar. Gargarejos também ajudam a identificar (e relaxar) tensões na garganta que acabam afinando a voz. Já pessoas com a voz nasalada podem praticar falar por alguns minutos de forma quase inaudível para ajudar a melhorar a musculatura do céu da boca.

Novo(s) Membro(s) na Família! Agora com novidades

bebe01.JPGA MamãeO barrigãoO Papai1a-foto-parto.png2a-foto-parto.jpg3afoto-parto.JPG1a. Mamadinhafotos-do-pessoal-032.jpgmontinho1.jpgPrimeira foto com a irmãzinha orfã (para ver maior Clique em cima de cada foto)

Teria jeito melhor para terminar um ano que foi 100% ”inenarravelmente” péssimo???? (Sei não… mas acho que isso teve a ver com quem eu rompi o ano e com as energias que emanavam de tal vampiro emocional. Este ano certamente me certificarei de não estar cercada mesmo que virtualmente por nenhum “Dé-xter” – vide post lá na casa da Xis, o “Papeando entre Amigos” ) mas isso é papo para outro post.

Este post cumpre outra função!
Este é delicioso “por demais”!
83gramas da mais pura gostosura!

ÉÉÉÉÉ…. este é o peso deste post… Na verdade, isto é quanto pesa o mais novo membro da minha família.

Nascido ontem, dia 13, sendo o menorzinho de uma turminha de três irmãozinhos todos machos!
Ainda não foi batizado oficialmente. Até porque ele só virá fisicamente (sim, porque emocionalmente ele já é nosso!) aqui para o seio da família a partir da segunda quinzena de janeiro. Mas….
Já temos dois nomes quase certos:
Beni (o abençoado em hebraico) ou Said (Feliz em árabe).

Ambos os nomes seriam uma forma de homenagear um outro membro peludinho e MUITO AMADO que EXATAMENTE na segunda quinzena de janeiro próximo fará um ano que nos deixou.
Vir exatamente um ano depois é ou não, uma benção? Daí o motivo da cotação do nome Beni estar em alta.
Porém o Said tem todo um peso maior: Abu (Já falei dele e de sua importância aqui várias vezes) era um nome árabe, inspirado numa personagem de um conto de fadas árabe.
Então algo me diz que das minhas sugestões, minha Madrecita deverá bater o martelo em Said. Até porque não tem forma de ser mais abençoado que sendo feliz, né?

Hummmm….
Said-Beni será que não rola?
rsssssssssss

É isso!
Bendito seja o dia 3 de dezembro de 2008!

Peraí!!! Páááááára tudo!
É isso aí coisa nenhuma!

Seria um pecado encerrar o post sem agradecer do fundo do meu coração quem tornou este dia 13 tão especial: minha amiga do peito, da tela do pc e da vida real: Xis!

Para quem não sabe ela é protetora de animais em uma ONG e nas horas vagas - e nas não tão vagas assim - ela arruma novos lares para todo tipo de cãozinho e gatinho. Sempre de forma a deixar adotante e adotado 100% satisfeito e feliz!
O Said(-Beni) foi mais que uma adoção foi um MEGA presente…cheio de bons fluídos para encerrar um ciclo horrendo!

Xis, amo você querida! Têm pessoas que entram nas nossas vidas por uma temporada ou para cumprir um propósito - pro bem ou pro mal - e sumir, mas tem gente que é para a vida toda….como você!

Agora sim….
É isso aí!
That´s all folks! (at least for now!)

PS: Esqueci de mencionar: o pequerrucho é um Yorkshire!

As novidades:

A Maior de todas é que agora serão dois peludinhos na minha família.
O Said continuará com a minha mãe, na casa dela!
Mas agora o irmãozinho dele, o Habib (“Meu Amor” em Árabe. Por favor, nada tem a ver com a HORRENDA rede de fast Food) virá morar comigo!
Será todo meu!
Só meu!
De ninguém mais!
O adotante dele agiu de forma extremamente irresponsável.
O tipo de adotante que ONG nenhuma quer.
Aliás, animalzinho nenhum merece.
Numa das inúmeras brigas que o casal adotante tem, o bebezinho foi usado com “moeda de troca” e em cima da hora e no calor da discussão ele avisou que não ia mais querer o bebê dele.
Deixando a ONG na mão, no dia de fazer um procedimento que se não fosse feito naquele dia não poderia mais ser feito. Pelo menos não sem por a vida e a saúde do cachorrinho em risco.
Mesmo sem poder assumir qualquer custo agora eu não pensei duas vezes. Saí correndo pro banco e depositei o dinheiro do procedimento. Achei muita sacanagem alguém encher o saco dois meses querendo que os filhotes nascessem logo e na hora H, no meio de uma discussão, comunica que não vai mais querer o “Pacote”.
Ou seja, com certeza o bebezinho teria sim outro dono. Por ser de raça e ser recém nascido, teria uma fila de gente querendo ele. Mas sem a chance de realizar o procedimento.
Eu NESTE MOMENTO não poderia ter assumido custo algum. Na minha atual situação eu não poderia tomar tal decisão. Mas encarei o acontecido com um sinal. Um sinal de mudança nos ventos. Decidi fazer uma aventura COM TODOS OS RISCOS CALCULADOS E COM PLANOS B, C, D caso tudo não dê certo: Adotei-o! Meu Habib! Meu amorzinho!
PARA QUEM TIVER LENDO: ADOTAR NÃO É MODA, NÃO SOLUÇÃO PARA BRIGAS DE CASAMENTO, NÃO É PASSATEMPO MOMENTANEO! ADOTAR É UM ATO DE AMOR E DE RESPONSABILIDADE. Aliás, mesmo que não seja adotar. Se você for comprar um bicho pense 2, 10, 50.000 vezes e veja se isso é um mero impulso ou de fato uma decisão que você poderá se comprometer pelos próximos 15 anos (pelo menos). Se tiver alguma dúvida, é porque você não está “no ponto”. Neste caso compre um vaso de tulipas de seda ou um bicho de pelúcia!

Agora pasmem: Três dias depois quem ligou??????? O tal casal! Pensou melhor e querem o bebezinho deles de volta!
HA-HA-HA!!!!
Faz me rir!!! Poupe-me!!!! É um ser vivo e não um Play Station!

Novidade 2: Quem terminou batizando os 3 irmãozinhos foi esta que vos narra o imbróglio.
Dois eu batizei dentro da idéia inicial que era ser um nome com significado, árabe e curtinho.
O terceiro bebê, o casal não chegava a um consenso. A esposa não sabia que nome dar, mas não aceitou os nomes que o marido queria. Ele queria um nome etílico e mesmo antes de saber se ele ganharia um menino ou uma menina ele decidiu que no caso de menina seria Tequila e no caso de um rapazinho seria Uísque. (hummmmm não culpo a esposa não viu!!! Tequila é até bonitinho… mas Uísque ficou meio duro de aceitar) Quando eu soube disso passei uma tarde pensando, puxando pela memória para achar um nome etílico e que se não fosse lindo de todo, pelo menos fizesse ambos felizes.
O 3º. Peludinho então virou Bourbon! Um tipo de Uísque feito no Kentucky, sul dos EUA, ou seja, não um nome etílico, mas que tem o mesmo significado que o nome inicial e que agora a esposa também gostou!
Said. Habib e Bourbon! Os três porquinhos –oooops- cãezinhos!

Novidade 3:

Dois dias depois de nascidos, os três irmãozinhos ganharam uma irmãzinha!
É isso mesmo!
Eles nasceram em uma cidade pequena e na outra veterinária da cidade, uma cadelinha prenha de cinco filhotinhos, não teve uma boa hora (“ajudada” por um veterinário que não fez o que tinha de fazer). De forma resumida: dos cinco bebezinhos, alguns já nasceram sem vida, alguns morreram ao nascer e só vingou esta femeazinha! Que não pode dar sequer a primeira mamadinha na mãe dela porque esta também não sobreviveu ao parto!
Por sorte a Lana ainda estava na clinica e recém parida. Outra sorte foi que nem ela e nem os três irmãozinhos rejeitaram a nova integrante! Todos estão vivendo e compartilhando oito tetinhas e o amor maternal na mais perfeita harmonia. E assim ficarão até o fim do 2º. mês de vida dos quatro, quando finalmente cada um irá para seu respectivo dono!

Sabem de uma coisa? Enquanto estava aqui digitando eu pensei: Será que pegaria muito mal se eu tentasse convencer a dona da femeazinha a me dizer o que ele imagina quando pensa em um nome para a bebezinha e escolher eu o nome?????
Hummmm….. Acho que vou fazer uma tentativa!
rsssssssss