Archive for April, 2008

Dá Para não Valorizar a Lealdade de Um Amigo???

Vou manter meu estilo de sempre.

Falarei SÓ por mim: Nããããããããõ! Não dá!
Aliás fica difícil até confiar em quem não consegue entender, valorizar e apreciar lealdade.

Lealdade é mãe de muitas outras virtudes.

O que esperar de alguém capaz de ser desleal com uma amigo de verdade? TUDO!

O bom disso tudo é que o inverso tambem se aplica. Uma pessoa que se mantem leal aos que se diz amigo é uma pessoa que está acima de qualquer suspeita. É quase uma prova irrefutável de bom caráter.

Algo me diz que existe um erro conceitual gravíssimo na expressão “mundo cão”.

Anyway… Recebi essas imagens dias atrás e não consegui realmente esquecê-las (Como na net tudo parece circular há décadas, poder que estas imagens você tenha visto anos atrás. Para mim são novas). Fez com que eu refletisse sobre todas as vezes em que a lealdade de um bom amigo me resgatou do meio da “rodovia”. Claro que também me fez lembrar das vezes que o “amigo” se aproveitou da minha boa fé ou mesmo da minha distração para, sem mais nem menos, dar aquele empurrãzinho por entre a grade da passarela para me ver dar o possivel último suspiro esparramada no asfalto em meio ao trânsito pesado.

O que eu concluí? Que nao fossem os empurrões lá de cima da passarela eu nao teria encontrado tantos “anjos do asfalto” na minha estrada. E (desculpa Roberto, mas terei de me apropriar de algo que te pertence) o importante é que emoçoes eu vivi!!! (aff! rsrsrsrs que essa agora eu pegeui pesado, né?)

Espero que as imagens não choquem ninguém. Em uma olhada superficial elas são tristes. Mas elas retratam um momento de uma delicadeza infinita. Fazendo-nos desejar (para quem nunca experimentou) ou valorizar (para os expererimentados!) viver num mundo cão!

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***Este cachorro foi visto no meio de uma movimentada avenida tentando cuidar de  um  amigo que tinha sido atropelado. Usando as patas, tentava “acordá-lo” mas este estava já morto Ele tentou incansavelmente  empurrar  o seu amigo para fora da estrada. Quando se aproximavam  para ajudar, ele latia para impedir que chegassem perto. Apesar do tráfego intenso, não abandonou o seu amigo. Ele só saiu da avenida quando um carro do governo local veio retirar os dois.***

Em Português Claro

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Encotrei este texto por acaso. Achei ele super legal e interessante por que explica de forma simples para leigos em questões econômicas bem como leigos em “economês”, a crise na economia americana que começou  com a crise imobiliária.

Paul comprou um apartamento, no começo dos anos 90, por 300.000 dólares financiado em 30 anos. Em 2006 o apartamento do Paul passou a valer 1,1 milhão de dólares. Aí, um banco perguntou pro Paul se ele não queria uma grana emprestada, algo como 800.000 dólares, dando seu apartamento como garantia. Ele aceitou o empréstimo, fez uma nova hipoteca e pegou os 800.000 dólares.

Com os 800.000 dólares. Paul, vendo que imóveis não paravam de valorizar, comprou 3 casas em construção dando como entrada algo como 400.000 dólares. A diferença, 400.000 dólares que Paul recebeu do banco, ele comprometeu: comprou carro novo (alemão) pra ele, deu um carro (japonês) para cada filho e com o resto do dinheiro comprou tv de plasma de 636 polegadas, 43 notebooks, 1634 cuecas. Tudo financiado, tudo a crédito. A esposa do Paul, sentindo-se rica, sentou o dedo no cartão de crédito.

Em agosto de 2007 começaram a correr boatos que os preços dos imóveis estavam caindo. As casas que o Paul tinha dado entrada e estavam em construção caíram vertiginosamente de preço e não tinham liquidez.

O negócio era refinanciar a própria casa, usar o dinheiro para comprar outras casas e revender com lucro. Fácil….parecia fácil. Só que todo mundo teve a mesma idéia ao mesmo tempo. As taxas que o Paul pagava começaram a subir (as taxas eram pós fixadas) e o Paul percebeu que seu investimento em imóveis se transformara num desastre. Milhões tiveram a mesma idéia do Paul. Tinha casa pra vender como nunca.

Paul foi agüentando as prestações da sua casa refinanciada, mais as das 3 casas que ele comprou, como milhões de compatriotas, para revender, mais as prestações dos carros, as das cuecas, dos notebooks, da tv de plasma e do cartão de crédito.

Aí as casas que o Paul comprou para revender ficaram prontas e ele tinha que pagar uma grande parcela. Só que neste momento Paul achava que já teria revendido as 3 casas mas, ou não havia compradores ou os que havia só pagariam um preço muito menor que o Paul havia pago. Paul se danou. Começou a não pagar aos bancos as hipotecas da casa que ele morava e das 3 casas que ele havia comprado como investimento. Os bancos ficaram sem receber de milhões de especuladores iguais a Paul.

Paul optou pela sobrevivência da família e tentou renegociar com os bancos que não quiseram acordo. Paul entregou aos bancos as 3 casas que comprou como investimento perdendo tudo que tinha investido. Paul quebrou. Ele e sua família pararam de consumir.

Milhões de Pauls deixaram de pagar aos bancos os empréstimos que haviam feito baseado nos preços dos imóveis. Os bancos haviam transformado os empréstimos de milhões de Pauls em títulos negociáveis. Esses títulos passaram a ser negociados com valor de face. Com a inadimplência dos Pauls esses títulos começaram a valer pó.

Bilhões e bilhões em títulos passaram a nada valer e esses títulos estavam disseminados por todo o mercado, principalmente nos bancos americanos, mas também em bancos europeus e asiáticos.

Os imóveis eram as garantias dos empréstimos mas esses empréstimos foram feitos baseados num preço de mercado desse imóvel, preço que despencou. Um empréstimo foi feito baseado num imóvel avaliado em 500.000 dólares e de repente passou a valer 300.000 dólares e mesmo pelos 300.000 não havia compradores.

Os preços dos imóveis eram uma bolha, um ciclo que não se sustentava, como os esquemas de pirâmide, especulação pura. A inadimplência dos milhões de Pauls atingiu fortemente os bancos americanos que perderam centenas de bilhões de dólares. A farra do crédito fácil um dia acaba. Acabou.

Com a inadimplência dos milhões de Pauls, os bancos pararam de emprestar por medo de não receber. Os Pauls pararam de consumir porque não tinham crédito. Mesmo quem não devia dinheiro não conseguia crédito nos bancos e quem tinha crédito não queria dinheiro emprestado.

O medo de perder o emprego fez a economia travar. Recessão é sentimento, é medo. Mesmo quem pode, pára de consumir.

O FED começou a trabalhar de forma árdua, reduzindo fortemente as taxas de juros e as taxas de empréstimo interbancários. O FED também começou a injetar bilhões de dólares no mercado, provendo liquidez. O governo Bush lançou um plano de ajuda à economia sob forma de devolução de parte do imposto de renda pago, visando incrementar o consumo porém essas ações levam meses para surtir efeitos práticos. Essas ações foram corretas e, até agora não é possível afirmar que os EUA estão tecnicamente em recessão. O FED trabalhava. O mercado ficava atento e as famílias esperançosas.

Até que, recentemente, o impensável aconteceu. O pior pesadelo para uma economia aconteceu: a crise bancária, correntistas correndo para sacar suas economias, boataria geral, pânico. Um dos grandes bancos da América, o Bear Stearns, amanheceu, na segunda feira última, quebrado, insolvente.

No domingo o FED, de forma inédita, fez um empréstimo ao Bear, apoiado pelo JP Morgan Chase, para que o banco não quebrasse. Depois disso o Bear foi vendido para o JP Morgan por 2 dólares por ação. Há um ano elas valiam 160 dólares. Durante esta semana dezenas de boatos voltaram a acontecer sobre quebra de bancos. A bola da vez seria o Lehman Brothers, um bancão. O mercado e as pessoas seguem sem saber o que nos espera na próxima segunda-feira.

O que começou com o Paul hoje afeta o mundo inteiro. A coisa pode estar apenas começando… Só o tempo dirá!

O MERGULHO DO CORAÇÃO

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Hoje meu post vai muito além de um simples Control C + Control V. É uma homenagem à minha tia Theresa Catharina a quem tenho na mais alta estima. Uma pessoa  que tem um senso de justiça e bondade acima de qualquer suspeita.  Este poema me foi enviado hoje por e-mail  por motivos que não vêm ao caso. Minha tia que é  uma  excelente jornalista, conferencista, escritora, professora universitária, produtora cultural, tradutora do Senado, crítica de cinema e poetisa escreveu este poema em 13 de julho de 1989, inspirada no filme  ” Le grand bleu ” (The Big Blue) – “Imensidão Azul” – França,1988 –  de Luc Besson.

Olho o mar ou dentro do meu coração?

Vejo os golfinhos ou a face de Deus?

As ilhas, para mim, são pegadas do Infinito;

não são acidentes geográficos.

As ondas não representam obstáculos:

são pontes e veredas.

A lua, às vezes, parece guiar o oceano

tão mansamente como a chuva que dança

e me dá a impressão de beijar as flores.

O que sinto, realmente, quando olho o mar?

O que vejo, na verdade, quando brinco

e nado em companhia dos golfinhos?

O que consigo atingir,

em termos de minha dimensão humana,

quando admiro o oceano

e vou até o seu íntimo mais desconhecido?

O silêncio do mar é canto de sereia?

As vozes dos golfinhos compõem

o meu silêncio interior?

Aqueles a quem amo me fazem falta

em cada segundo de alegria ou dor.

A pérola escondida que os mergulhadores

procuram com risco de vida

é o amor secreto que meu coração

tenta proteger, desajeitadamente.

Por que arriscar tudo, com tanto esforço,

por aquilo que não sabemos expressar

em palavras ou medir?!

Que visão chega a meu coração

quando sinto o oceano me envolver

nas mil e uma tonalidades de verde e azul?

Toco o limiar de um mistério,

a fronteira de um enigma

que é meu tesouro desde a infância

porque me desafia sem cessar

impresso em todos os anos de minha vida

como o prelúdio do futuro que não vejo

apesar de tocá-lo… no fundo do mar.

Um prefácio para um grande amor?

Ninguém responde… mas eu pergunto

sem jamais me fatigar!

Somente eu sei

que guardo, nas paredes de meu coração,

a pérola conquistada em todos os mergulhos

na busca incessante do sentido para a vida;

vale mais que todos os troféus…

A minha pérola é como estrela-guia

a multiplicar os sonhos adormecidos

que não ouso cantar em voz alta.

A visão dos golfinhos brincalhões

que não conhecem a inveja

nem se envolvem em competições

me faz vislumbrar um mundo diferente:

mais belo porque mais natural;

mais acolhedor porque sem desconfiança;

hospitaleiro, apesar da escuridão…

Guiada pelos golfinhos,

vejo através do que parece névoa;

em terra firme, sinto-me cega

porque insegura

quanto aos sentimentos e aos motivos

dos que me cercam,

me apressam, e me pressionam,

querendo me conduzir

aonde meu coração pode morrer…

As águas coloridas fluem,

curam e cantarolam

canções de fontes múltiplas;

aqui, minhas mãos sabem acariciar

porque são recebidas sem reservas;

aqui, tenho segurança para amar

porque acreditam em mim.

            Nesta IMENSIDÃO AZUL,

            não sou invasora, nem conquistadora:

            sou IRMÃ , Amiga e Companheira

            no Reino de Deus;

            nas mil e uma tonalidades de azul,

            não entro em conflitos;

            me harmonizo com a natureza

            da qual faço parte…

Nesta imensidão azul,

a pérola que conquistei

tornou-se facho de luz

nas ruas silenciosas

e não invadidas

de meu coração.

            A imensidão azul

            me fez perseguir sem descanso

            a face resplandescente do Amor.

Não mais experimento o medo

de viver com a minha solidão;

não mais receio perder o rumo;

aqui, o amor não me assusta…

            O mergulho do coração é o mais perigoso…

            porque nas profundidades desconhecidas

de si mesmo.

Aceito os desafios do oceano

ou mergulho nas mãos de Deus?

                        Quando mergulho, inebriado,

            quais as distâncias que supero?

            Abandono-me à imensidão azul

            ou persigo a face do Amor?

            As vozes dos golfinhos

                        se comunicam com o meu silêncio?

                        Olho o mar ou dentro do meu coração?

            Vejo os golfinhos ou a face de Deus?

                        Estou apenas mergulhando

                        ou me lançando, confiante,

            nas mãos amorosas de meu Criador?

“Em 1o. de abril vão os burros onde não devem ir”

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É….um quarto do ano já ficou para trás! Já estamos em 1º. de abril! (O mais triste é que para mim o ano sequer começou!!!)Enfim…Sou legal e como tal não pregarei peças em ninguém hoje, principlamente aqui. Mas quem me conhece sabe que eu adoro saber o porque das datas. Então minha contriubuição para o dia da mentira terá um cunho mais para o cultural que para o humorístico.

Há muitas explicações para o 1 de abril ter se transformado no Dia da Mentira ou Dia dos Bobos. Uma delas diz que a brincadeira surgiu na França. Desde o começo do século XVI, o Ano Novo era festejado no dia 25 de Março, data que marcava a chegada da primavera. As festas duravam uma semana e terminavam no dia 1 de abril.

Em 1564, depois da adoção do calendário gregoriano, o rei Carlos IX de França determinou que o ano novo seria comemorado no dia 1 de janeiro. Alguns franceses resistiram à mudança e continuaram a seguir o calendário antigo, pelo qual o ano iniciaria em 1 de abril. Gozadores passaram então a ridicularizá-los, a enviar presentes esquisitos e convites para festas que não existiam. Essas brincadeiras ficaram conhecidas como plaisanteries.

Em países de língua inglesa o dia da mentira costuma ser conhecido como April Fool’s Day ou Dia dos Tolos, na Itália e na França ele é chamado respectivamente pesce d’aprile e poisson d’avril, o que significa literalmente “peixe de abril”.

No Brasil, o 1º de abril começou a ser difundido em Pernambuco, onde circulou “A Mentira”, um periódico de vida efêmera, lançado em 1º de abril de 1848, com a notícia do falecimento de Dom Pedro, desmentida no dia seguinte. “A Mentira” saiu pela última vez em 14 de setembro de 1849, convocando todos os credores para um acerto de contas no dia 1º de abril do ano seguinte, dando como referência um local inexistente.

É claro que existem algumas superstições referentes a este dia.

Tradicionalmente, supõe-se que não se deve pregar peças após a meia-noite. Acreditda-se que os feitos posteriormente tragam a má sorte ao autor da brincadeira.

Alguém que não consegue aceitar as brincadeiras, ou tirar proveito delas dentro do espírito da tolerância e do divertimento também deve sofrer com a má sorte. Também se diz que aquele que for enganado por uma bonita moça será recompensado com o matrimónio, ou pelo menos a amizade dela.

Outro mito ou a superstição diz que o matrimónio no Dia da Mentira não é uma boa idéia e que um homem que se case nessa data será para sempre controlado pela esposa.

Na Atualidade a Internet faz com que seja difícil de saber se uma peça é “pregada” antes ou depois do meio-dia. Os fusos horários são diferentes em partes diferentes do mundo. O primeiro de abril) não acontece simultaneamente em todo o mundo. Mas, o advento da internet como um meio de comunicação mundial certamente serviu para facilitar os “traquinas” no seu trabalho.

Pessoas não-residentes no ocidente pouco conhecem o costume do Dia da Mentira e são mais vulneráveis à peças na internet e consequentemente terminam se tornando vítimas dos “boatos” de circulam por brincadeira neste dia. “Em primeiro de Abril vão os burros onde não devem ir”. Muitas organizações de mídia propagaram inconscientemente ou deliberadamente peças no Dia da Mentira. Mesmo agências de notícias sérias consideram o Dia da Mentira uma brincadeira normal, e uma tradição anual.

Algumas brincaderias deste dia ficaram famosas no mundo todo:
Kremvax: um hoax enviado em 1984 anunciando a conexão da União Soviética à USENET foi uma das primeiras peças pregadas na internet no Dia da Mentira.
Ilha de San Serriffe: O jornal britânico The Guardian publicou um suplemento em que mencionava esta ilha ficcional. O nome da ilha vem de “sans-serif”, uma família de tipos tipográficos.
Plantação de espaguete: O canal de televisão BBC no programa Panorama apresentou em 1957 uma reportagem falsa sobre árvores de esparguete. Muitas pessoas interessaram-se em plantar árvores de esparguete em suas propriedades.
Google Gulp: O Google cria a página sobre uma bebida sua.

Vejamos também alguns primeiros de abril pregados pela imprensa mundial, conforme relata a revista Isto é, de São Paulo, n11 1488, edição de 8 de abril de 1998: 1) “A África do Sul comprou Moçambique por US$ 10 bilhões. 0 anúncio do negócio fora feito na Organização das Nações Unidas pelo presidente sul-africano Nelson Mandela. Deu no jornal Star, de Johannesburgo; 2) A Rádio Medi, de Tânger, no Marrocos, noticiou que o Brasil não iria participar da Copa do Mundo porque o dinheiro da seleção seria usado na luta contra o incêndio em Roraima; 3) A minúscula república russa Djortostão declarou guerra ao Vaticano. Motivo: arrebatar o título de menor Estado da Europa. Paratanto, ele teria doado seis metros quadrados de seu território a uma república vizinha. Isso tudo de acordo com o jornal Moscou Times,, 4) Diego Maradona, ex-capitão da seleção argentina de futebol, é o novo técnico da seleção do Vietnã. Deu nos principais jornais vietnamitas; 5) Ao deixar o Senegal, o presidente americano Bill Clinton seria acompanhado de uma comitiva formada pelos primeiros 50 senegaleses que fossem à embaixada para pedir visto de entrada nos EUA. Assim informou o jornal Le Soleil, do Senegal. Centenas de senegaleses acreditaram na mentira e correram para a embaixada americana.”

Noticiando o falecimento de Maurício Fruet, ex-prefeito de Curitiba e ex-deputado federal, a revista Isto é, São Paulo, nº 1510, edição de 9 de setembro de 1998, informou que ele “era considerado o parlamentar mais brincalhão e espirituoso que passara pela Câmara dos Deputados. Um exemplo: convocou uma falsa reunião de todo o secretariado do então governador Roberto Requião no dia 1º de abril de 1990 (havia 15 dias que Requião tomara posse). Os Secretários, sem entender nada, passaram toda a madrugada no Palácio Iguaçu. De manhã, Fruet fez chegar a informação de que era um trote do Dia da, Mentira.”

Tudo faz crer que as brincadeiras, originárias das plaisanteries francesas, continuem sempre a existir, graças à eternidade das manifestações folclóricas no mundo inteiro.

Para quem não abre mão de “traquinar” neste dia, só não vale esquecer as 4 regrinhas básicas da data:

1 - Não se pode magoar ou fazer mal à pessoa.
2 - A “vítima” tem de acreditar.
3 - A “vítima”, quando descobre, tem pelo menos de sorrir.
4 - Nessa altura tem de se gritar: “1º. de Abril!”.