Archive for March, 2008

Atenção Atenção… Momento CELEBRATION!!!

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Adoro esses momentos “celebration”… São puro glamour…  Um loooooshooooo só!

Muito mais glamour que veludos, brilhos e outras “chiquezas” que o din-din pode nos proporcionar.

Esses momentos (especificamente estes) me fazem perceber que sou extremamente abençoada. Não é pouca porcaria não, é penicão cheio! (aff, meio galmour-zero esta comparação, né? Anyway…)

O pacote de M&M da minha vida não veio simplesmente “premiadinho” com uma merrequinha. Veio com Vários M&M´s vermelhos. Lógico que veio muito confeito quebrado, derretido, rachado, desencapado com cores detestáveis, dessas que não combinam mesmo com minha cútis.

Ah… Mas os vermelhos! Esses vieram lindos, em várias nuances e tamanhos para abrilhantar e glamourizar minha existência.

Mas hoje eu quero falar de um desse M&Ms em especial. Um que, exatamente num 29 de março, 22 anos atrás (Agradece não tá, benhê! Minha parte eu prefiro em dinheiro! rs) caiu do bico da cegonha: a Bebezinha! Minha Gueixa Paraguaia do coração!

Meu bem, agora deixando a brincadeira de lado… Eu queria que em palavras eu pudesse dar uma idéia, ao resto do mundo, do quão especial você é, e principalmente o quão “inenarravelmente” bom é ter você fazendo parte dos meus dias.

Você é uma pessoa que irradia boas vibrações.
Minha empatia por você começou logo no primeiro contato virtual.

–Poxa esta moça parece tão do bem! Queria que ela me desse mais bola aqui no blog! Vou puxar mais papo com ela!

Foi assim que começou Bebé. Antes mesmo de você se dirigir a mim suas boas vibrações já me atingiram como um raio! Depois, eu comentando por alto com alguém sobre um problema que eu estava vivendo no trabalho, você foi a primeira pessoa que, assim do nada, se mostrou interessada e principalmente solidária. Aí começava de fato minha história de amor por você (Pára tudo neste momento, vamos esclarecer, bem esclarecidinho, para que não pairem dúvidas!!! Eu gosto é de “homi”! Mas nada me impede de amá-la, né?). Depois com uma mãozinha da Xis (outro M&M vermelho-paixão do pacote da minha vida) a gente terminou oportunizando outro canal de contato… E daí em diante o tempo se encarregou do restante.

Quando eu estava pensando sobre o que escrever para fazer uma singela homenagem, o que me veio primeiro à mente foi fazer tipo uma descrição bem humorada, uma quase caricatura sua. Mas daí eu pensei:

-Naaaah! Quem quiser que desembrulhe o presente! Vou ficar aqui fazendo propaganda dos meus tesourinhos não! Vai que um (ou uma) aventureira passe por aqui e resolva roubar você????? De jeito maneira! (como você pode notar, rolou um momento possessividade exacerbada!!!! Hahahahah!) Então quem quiser que pague para ver!(mas que antes fale comigo que acabei ser nomeada- vitaliciamente - sua agente e empresária!!!)

Querida do meu coração… É isso! Desejo a você tudo o que desejo para mim mesmo:

CONFORTO
Nos dias difíceis

SORRISOS
Quando a tristeza chegar

ABRAÇOS
Quando o espírito esmorecer

RISOS
Para selar com um beijo na boca

POR DO SOL
Para aquecer seu coração

AMIZADES
Para fazer brilhar sua existência

BELEZA
Para alegrar os olhos


E então você poderá acreditar

CONFIANÇA
Para quando você tiver dúvidas

CORAGEM
Para conhecer a si mesmo

PACIÊNCIA
Para aceitar a verdade

AMOR
Pra completar sua vida

E

ARCO-ÍRIS
Para seguir as nuvens do céu

Feliz Páscoa!

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A Páscoa é…

Ser capaz de se modificar.

Partilhar a vida na esperança.

Lutar para vencer o sofrimento.

 

A Páscoa é…

Dizer sim ao amor e à vida.

Investir na fraternidade.

Lutar por um mundo melhor.

Vivenciar a solidariedade.

 

A Páscoa é…

Ajudar mais gente a ser gente.

Viver em constante libertação.

Crer na vida que vence a morte.

 

A Páscoa é…

Renascimento, é recomeço.

É uma nova chance para

melhorarmos as coisas que

não gostamos em nós mesmos.

Para sermos mais felizes.

Para nos conhecermos mais

e vermos que hoje somos muito

melhores do que fomos ontem!

 

Por isso, seja feliz e…

Feliz Páscoa!!!

Licença…mas…Momento Bolo e Guaraná!!!


Tem gente à beça no mundo. Dessas bilhões, somente centenas (quando tanto) chamam nossa atenção ao longo da vida. Gostamos de dezenas. Nos importamos verdadeiramente com, vamos ver, uma dúzia no máximo. Amamos muito poucas, quando amamos.

A probabilidade de encontrar alguém que nos desperte esse sentimento é a mesma de encontrar o M&M vermelho em época de promoção: mínima, mas a esperança nos mantém abrindo pacotinhos. De vez em quando cansamos e nos conformamos com os azuis e os amarelos. Mas, no íntimo, pensamos em quão delicioso seria descobrir o vermelho.

Mas cheguei a conclusão que sou uma pessoa de muita sorte. O pacotinho da minha vida veio com alguns M&M´s vermelhos. Um desses mimos que veio para mim, é um pouco menor que a média. Tem um pouquinho mais que 1.50m. Mas ocupa, em espaço e importância, bilhões de Km no meu coração e na vida.

Uma vez ela escreveu uma mensagem para mim super criativa no Orkut falando que nossa amizade tinha começado num experimento – fazendo alusão ao nome do local em que nossa amizade começou. Na verdade o que verdadeiramente conta nem de longe é o lugar onde tudo começou mas é que foi um experimento que deu muito certo. Tão certo, que já dura mais de 10 anos. Se não me engano já está nos 12!

Durante esse tempo todo, muita coisa mudou e aconteceu. A gente cresceu. As duas lutaram muito mas também conquistaram muita coisa. Amizade também mudou: ela cresceu e se fortaleceu mais a cada ano que foi ficando para trás.

Hoje eu estou aqui na casa da minha tia, que caiu e quebrou o pé, tentando escrever algo de significativo e criativo à altura do aniversário desta super AMIGA. Neste exato momento já conto até com uma força-tarefa. A Gabi, minha priminha, e o Pietro o bichano dela, se juntaram a mim nesta tarefa difícil missão de tentar desejar um FELIZ ANIVERSÁRIO de uma forma inovadora ainda que profunda.

Tem jeito não…Palavras são ótimas para expressar fatos….Os sentimentos… Ah! Estes a gente vive e demonstra! E fim de papo.

Kelly, minha mais auntêntica e pioneira “Mini-me”, meu M&M vermelho, eu (Aff… se eu não disser alguém aqui morre: A Gabi e o Pietro) desejamos hoje – e sempre – muita felicidade, din-din (afinal ninguém é de ferro), saúde saindo pelos poros, amigos para você assim como você é para mim, amores sonhados e vivenciados à exaustão, e muuuuuuuuuuuuuuuuitas realizações (apesar de você achar que não realizou grandes coisas até hoje, né? Eu queria poder te convencer que nos teu “compacto” tamanho cabe um mulher ENORME!!!)

Enfim KELLY…
Eu, Gabi e Pietro (Aaaatchim, só para isso que ele serviu: me fazer espirrar! rsrsrs) desejamos do fundo dos nossos coraçõezinhos um FELIZ ANIVERSÁRIO!!!!

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Um Control C+ Control V contra a Intolerância

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Eu evito ficar usando o recurso do Control C + Control V aqui no meu Blog. Mas hoje fiquei tão lisonjeada com um texto escrito por uma amiga. Ela me mandou por e-mail dizendo que eu tinha sido uma das musas inspiradoras do artigo. Não preciso nem dizer que fiquei toda boba, né? Ando tão borocoxô, tão farol baixo, que não me sinto inspiração para nada. Resolvi postar aqui não por só por ser uma das musas dele (rsrsrs) mas principalmente pela qualidade do texto. A Suely escreve muito bem.
Enfim…
Nos seus textos, cujo tema é CENAS DO COTIDIANO, ela usa os personagens que vê na vida, as situações que observa pessoal e profissionalmente.
Aliás, os textos que compõem as Cenas do Cotidiano são entregues à pessoas que compõem um grupo de leitores seletos que gostam dos seus textos, e por pessoas que optaram no site dela por recebê-los. Se alguém tiver interesse em receber os textos dela é só clicar aqui

Espero que gostem do texto!

INTOLERÂNCIA
Por Suely Pavan(*)

Buzino para o carro da frente afim de avisá-lo de que ele está prestes a bater no meu. O motorista, ao invés de me agradecer, me xinga e diz para que eu passe por cima do carro dele.

Um velhinho atravessa a rua na faixa de pedestres. O farol abre, e nem um segundo depois escuto uma saraivada de buzinas. O velhinho tenta apressar o passo, mas a idade não permite. É xingado pelos motoristas!

Uma amiga distraidamente “fecha” um carro. Ela pede desculpas e ao ficar emparelhada com ele no farol percebe que o motorista não pára de reclamar, apesar dos pedidos de desculpas dela!
Ela abre a janela do carro e diz sabiamente:
- O seu problema não é comigo!
Ele pára de reclamar imediatamente e fica olhando estático para ela!

A infelicidade torna as pessoas intolerantes com as cenas do cotidiano.
Gentileza e solidariedade nem sequer são mencionadas quando o assunto é a pressa, e este desejo frenético de muita gente de sempre querer chegar na frente.

Quantos segundos gastaremos com atitudes apenas gentis?

Será que é possível algumas vezes literalmente “deixar pra lá”, ao invés de se tornar tão desumano?

Perdoar ou fazer vista grossa para algumas falhas humanas não fará de nenhum de nós um perdedor ou um bobão. Quem entende a falha alheia se permite errar. Claro, pisar na bola sempre também é sinal de inconseqüência. Errar é humano, e persistir no erro é burrice, já diz o velho ditado.

Recentemente uma colega num grupo virtual deixou gravada uma mensagem de férias. A mesma aparecia toda a vez que alguém escrevia para o grupo. Eu deletei as mensagens. Mas muita gente gastou um tempo enorme só reclamando da moça. Uma das moderadoras do grupo, felizmente, teve o bom senso de não complementar a loucura da situação e recomendou que aqueles que se irritaram por tão pouco procurassem urgente uma psicoterapia ou consultassem o mais rápido possível um psiquiatra.

E ela tinha razão. Quem age desta forma está doente. Gravemente doente, é um infeliz. E vê nas falhas humanas do outro todos os motivos para jogar a sua infelicidade também no outro, através da intolerância e irritabilidade.

Claro que alguém que faz algo propositadamente merece a irritação alheia. Os folgados, os irresponsáveis, também. Mas muita gente, e é muita gente mesmo, tem exagerado na dose.

Toda a vez que vejo cenas de pessoas exigindo a perfeição alheia eu me lembro do “Poema em Linha Reta” do Fernando Pessoa:

Nunca conheci quem tivesse levado porrada.
Todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo…
…Quem me dera ouvir de alguém a voz humana
Que confessasse não um pecado, mas uma infâmia;
Que contasse, não uma violência, mas uma cobardia!
Não, são todos o Ideal, se os oiço e me falam.
Quem há neste largo mundo que me confesse que uma vez foi vil?…

O que iremos ganhar com comportamentos tão hostis?

Vive-se falando da violência urbana, mas sinto-me violentada e assustada com o tamanho da intolerância que vejo: no trânsito, nos e-mails, nas relações de forma geral. A doença está solta, e virando genérica e até normal.

Todos querem ver seus direitos respeitados, mesmo quando desrespeitam o outro, seu semelhante. Confundem as coisas. São impotentes perante o governo, a falta do cumprimento das leis, o tempo que perdem como clientes ao telefone tentando resolver um problema legítimo!

São impotentes também perante os livros que dizem que todos têm que ser felizes de um mesmo jeito. Uma tal felicidade inalcançável que apenas faz aumentar os buracos internos.
Esta frustração e sentimento de impotência gera a desunião entre as pessoas. União tão necessária para mudar e exigir direitos coletivos.

Com esta intolerância absurda não chegaremos a lugar nenhum. Vivemos competindo uns contra os outros. Casais ficam brigando entre si só para saber quem vence a batalha. Estamos numa guerra urbana. Não de bandidos contra mocinhos, mas uns contra os outros.

Gentileza faz bem. Dê passagem a um pedestre mais lento, mesmo que o farol esteja aberto para você. Respeite os mais velhos. Beba menos, não pense só no seu prazer. Desconfie daqueles que têm que desconfiar, mas não de todos. Cuide-se ao andar na rua, mas não enxergue todas as pessoas como seus inimigos mortais. Não alimente a vitimização, nem o autoboicote alheio. Seja claro e honesto. Comece a perceber os seus atos, veja como você trata realmente os outros seres humanos. Esqueça as palavras, esqueça o jeito que você diz que é. Se todas as pessoas fossem tão maravilhosas como dizem que são, este mundo seria o paraíso. Preste atenção às suas ações, são elas que farão ou não a diferença. Você verá que não é tão incrível e legal quanto pensa!

Até porque quem faz, não conta!

E Viva Nós Mulheres!

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Antes de qualquer coisa é importante saber o que tem por trás desta data. Que não foi feita só de mensagens bonitas, poéticas e tocantes. Vai muuuuito além disso!No Dia 8 de março de 1857, operárias de uma fábrica de tecidos, situada na cidade norte americana de Nova Iorque, fizeram uma grande greve. Ocuparam a fábrica e começaram a reivindicar melhores condições de trabalho, tais como, redução na carga diária de trabalho para dez horas (as fábricas exigiam 16 horas de trabalho diário), equiparação de salários com os homens (as mulheres chegavam a receber até um terço do salário de um homem, para executar o mesmo tipo de trabalho) e tratamento digno dentro do ambiente de trabalho.

A manifestação foi reprimida com total violência. As mulheres foram trancadas dentro da fábrica, que foi incendiada. Aproximadamente 130 tecelãs morreram carbonizadas, num ato totalmente desumano.

Porém, somente no ano de 1910, durante uma conferência na Dinamarca, ficou decidido que o 8 de março passaria a ser o “Dia Internacional da Mulher”, em homenagem as mulheres que morreram na fábrica em 1857. Mas somente no ano de 1975, através de um decreto, a data foi oficializada pela ONU (Organização das Nações Unidas).

Ao ser criada esta data, não se pretendia apenas comemorar. Na maioria dos países, realizam-se conferências, debates e reuniões cujo objetivo é discutir o papel da mulher na sociedade atual. O esforço é para tentar diminuir e, quem sabe um dia terminar, com o preconceito e a desvalorização da mulher. Mesmo com todos os avanços, elas ainda sofrem, em muitos locais, com salários baixos, violência masculina, jornada excessiva de trabalho e desvantagens na carreira profissional. Muito foi conquistado, mas muito ainda há para ser modificado nesta história.

Podemos dizer que o dia 24 de fevereiro de 1932 foi um marco na história da mulher brasileira. Nesta data foi instituído o voto feminino. As mulheres conquistavam, depois de muitos anos de reivindicações e discussões, o direito de votar e serem eleitas para cargos no executivo e legislativo.

Mas….Como ninguém é de ferro…. escolhi um texto da Martha Medeiros –que eu amo – para homenagear a mim mesmo, toas as amigas e mulheres importantes da minha vida.

“Talvez a verdadeira excitação esteja, hoje, em ver uma mulher se despir de verdade - emocionalmente. Nudez pode ter um significado diferente. Muito mais intenso é assistir a uma mulher desabotoar suas fantasias, suas dores, sua história.

É erótico ver uma mulher que sorri, que chora, que vacila, que fica linda sendo sincera, que fica uma delícia sendo divertida, que deixa qualquer um maluco sendo inteligente. Uma mulher que diz o que pensa, o que sente e o que pretende, sem meias-verdades, sem esconder seus pequenos defeitos - aliás, deveríamos nos orgulhar de nossas falhas, é o que nos torna humanas, e não bonecas de porcelana. Arrebatador é assistir ao desnudamento de uma mulher em quem sempre se poderá confiar, mesmo que vire ex, mesmo que saiba demais.

Não é fácil tirar a roupa e ficar pendurada numa banca de jornal mas, difícil por difícil, também é complicado abrir mão de pudores verbais, expor nossos segredos e insanidades, revelar nosso interior. Mas é o que devemos continuar fazendo. Despir nossa alma e mostrar pra valer quem somos, o que trazemos por dentro.
Não conheço strip-tease mais sedutor. “

Do Morar Sozinha

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É indiscutível a delícia de morar sozinha. Poucas, mas bem poucas, coisas trazem maior sensação de liberdade e independência do que viver às suas próprias custas, como que dizendo, diariamente - e sem nenhuma mágoa -, ao mundo: eu me viro! Podem ser - e geralmente são - divertidos até os momentos mais complicados, como quando a fatura de seu cartão de crédito atingiu níveis estratosféricos e você resolve que vai viver dos restos de alimentos que ainda há no armário da cozinha, precisamente aqueles que não foram consumidos por puro arrependimento da compra, sabe? E é assim porque o cotidiano da vida de quem mora só traz tantos momentos gratificantes que os, assim ditos, complicados não estragam o prazer. Afinal, só quem mora sozinho pode compreender, em sua plenitude, o aconchego infinito do seu próprio lar. Os momentos de silêncio restauradores. Os banhos no escuro de porta aberta, regados com música suave, no volume exato para ouvir embaixo do chuveiro. Todos os pratos e copos empilhados na pia, dias a fio, até que você tenha paciência para lavá-los. Nenhuma disputa pelo controle remoto. Luz acesa no quarto para ler de madrugada. Deixar o DVD no pause enquanto vai pegar pizza ali pertinho. Andar pelado por todo o fim de semana. Morar sozinho é não precisar fazer concessões. Não precisar abrir mão do que se quer e quando se quer e como se quer. Claro, não é - nem precisa ser - uma opção definitiva. Claro, tem espaço para boas companhias, pois morar sozinho não significa fazer voto de celibato ou coisa que o valha. Mas, você precisa reconhecer uma hora ou outra que, vivendo desse jeito, cai a ficha e vem faceira e sorridente a percepção de que, para abrir mão de viver sozinho, putz, tem que valer muito mas muito a pena!