Archive for January, 2008

Quem sabe um dia…. Ou não!

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Se você quiser ser meu namorado eu prometo ser eu mesma. Prometo amar da maneira maior e mais bonita que eu sou capaz, me doar na medida dessa mesma capacidade e ser leal e fiel de acordo com aquilo que eu acredito. Não prometo mais nada, (in)felizmente. Qualquer outra coisa está bem além do meu alcance, saiba desde agora. Essa aqui que gostaria muito de ser sua namorada foi quem eu consegui me tornar depois desse tempo todo de vida. É possível que eu melhore um pouco, mas não muito. O fundamental, essencial, estrutural, é esse aqui mesmo. O mais provável, no entanto, é que eu até piore com o tempo, mas espero, sinceramente, que as rabujentices possam parecer para você, assim como acho que as suas vão parecer para mim, muito mais charmosas do que atrapalhativas à medida que o tempo passe e a gente vá se conhecendo cada vez mais e se amando cada dia mais um pouquinho. Prometo, ainda, não fazer promessas vãs, incrumpríveis e demagógicas com o único intuito de fazer com que você seja e/ou continue sendo meu namorado. Prometo também continuar sendo sua namorada até bem depois de nossos netos estarem crescidos, mesmo quando já puder parecer um tanto ridículo – para os outros – dois velhinhos em atitude libidinosa no banco do parque, quando já não lembrarmos nem de longe o menino que guardava sorrisos nos bolsos e a menina que tinha estrelas nos olhos.

PORQUE SONHAR CONTINUA NÃO CUSTANDO NADA

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No dia em que eu voltar a ser criança, vou acordar mais cedo, para brincar antes do sol esquentar e correr sem perder o fôlego. Vou dizer “sim” aos meus amiguinhos competitivos que resolverem me pedir em namoro só para posarem de conquistadores, aos 8 anos de idade. Vou ainda mais vezes ao parque de manhã cedo com meu avô e as outras crianças do prédio. Nem precisam me chamar, aos gritos, para almoçar. Nem insistir para eu comer tudo o que tá no prato, porque não vou saber o que são calorias e o quanto é difícil perdê-las. Depois do almoço, vou aproveitar para tirar uma sonequinha, preocupada apenas em não perder a hora de Vale a Pena Ver de Novo. Com sorte, vai estar no início de A Gata Comeu e vou ver as aventuras daquele grupo divertidíssimo, na ilha, após o naufrágio. Com muito mais sorte, vai passar filme dos Trapalhões na sessão da tarde, quem sabe até os Trapalhões no Planeta dos Macacos… Às quatro da tarde em ponto, vou aceitar, de bom grado, o meu lanchinho preparado por tanto carinho pela vovó. Vai ser banana frita com canela e açúcar. Porque, num dia feliz da infância, esse é o melhor lanche a ser comido. E, quando acabar o filme, vou dar uma volta de bicicleta pela rua com a minha melhor amiga, olhar o pôr do sol na beira da praia, sem sequer imaginar o quão raro esse momento se tornará no futuro. Fim de tarde, vou voltar correndo para casa. Tem Sítio do Pica Pau Amarelo. E, depois, não tem jeito: banho longo, cabelos lavados, dentes escovados, roupa limpinha e passada. Para esperar minha mãe voltar do trabalho, acreditando, sem questionar, que ela será infalível e vai me proteger para sempre. Vamos jantar todos juntos, porque família que come unida, permanece unida. E vou acompanhar a maratona de novelas da Globo. Primeiro vai ser a novela das seis - de época. Sinhá moça, quem sabe? Depois, a novela das sete - comédia pastelão, no melhor estilo “Guerra dos Sexos” ou “Vereda Tropical”. E, por fim, novela das oito. Bem escatológica. Seguramente, Roque Santeiro. Depois desse dia tão inocentemente vivido, vou para a minha cama com o ventilador ligado e lençol bem fino e macio. Se deus quiser, vou dormir como um anjo. Nenhuma chance de sonhar com o dia em que vou ser gente grande. Aliás, esse dia há de demorar a chegar. Pelo menos no que depender de mim…

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Oui Je Peur! *

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A condição de adulta ainda não me permitiu, infelizmente, superar alguns medos. Alguns deles plausíveis, outros absurdamente injustificáveis.

Tenho medo de envelhecer e descobrir que vivi uma vida medíocre, porque não tive raça para “catar”, à força, a minha satisfação pessoal.

Tenho medo de não encontrar alguém para chamar de meu, para dar amor e carinho por tempo indefinido, para guardar lembranças de toda uma vida.

Tenho medo de não ter filhos, com quem compartilhar todas as coisas bacanas que a vida me fez aprender.

Tenho medo de descobrir, um dia, que deixei para trás a oportunidade de me relacionar harmoniosamente com minha família.

Tenho medo de nunca aprender a dizer um “não” para as pessoas que realmente merecem ouvi-lo.

Tenho medo de perder as rédeas sobre a minha vida, de não conseguir me impor os limites necessários a uma vida saudável.

Tenho medo de terminar perdendo meus amigos, que me são tão caros, por conta do que eu digo e mais ainda: pelo o que eu não disse.

Tenho medo de precisar perder pessoas que amo, para conseguir me dar conta de quão importantes elas são para mim.

Tenho medo de não conseguir viver irresponsavelmente, enquanto ainda posso fazer isso sem maiores conseqüências para a minha vida.

Tenho medo de não encontrar, do outro lado, pessoas que já partiram e de quem sinto tantas saudades (como você, voinho).

Apesar de não temer e até ter necessidade da solidão tenho medo de terminar sozinha.
Tenho medo de coisas que não entendo.

Tenho medo de não corresponder às expectativas que depositam em mim e tenho pavor de o fazer.

Tenho medo de não viajar tanto quanto sonho, de não conhecer outras culturas, de não sentir aquele friozinho na barriga típico de quem está embarcando rumo a uma aventura.

Temo e muito a degeneração física mas as vezes acho que isso esconde um medo ainda maior: medo de que daqui a 30 anos eu descubra que a vida é como areia e que escorreu pelas minha mãos e por entre meus dedos sem que eu notasse ou fizesse nada para que pelo menos valesse a pena (já que impedir que isso aconteça não é possível) e que por força da tal degeneração eu não consiga mais fazer cara de paisagem e fazer de conta que nada aconteceu. Admitir seja minha única saída.

Tenho medo de passar despercebida pela vida das pessoas de quem gosto, de virar uma lembrança inócua na memória dos meus amigos mais queridos, de partir sem despedida.

Tenho medo de passar a vida dentro de um casulo, sem conseguir virar borboleta.

Puxa vida. Há quanto tempo não confrontava meus medos, meus receios mais profundos. E, mesmo assim, consegui listá-los tão rapidamente que estou zonza. Acho que precisava fazer isso. De algum modo estranho, reconhecer os medos parece que nos dá coragem. Como se precisássemos saber o que tememos, para descobrir o que fazer para não vivenciar a experiência.

Enquanto escrevo, estou aqui pensando o que posso fazer, para conseguir superar, de uma vez por todas, pelo menos alguns destes medos. Mais do que rápido, vem na minha mente a vontade de ligar para a minha mãe, para saber como ela está. Para minha avó e perguntar se a maldita dor no joelho (tá tá e tá…joelho, coluna, cóccix estomago etc etc etc). Com certeza um ser normal não aguentaria viver se realmente tivesse todas essas dores..Mas qual o problema de fingir que acredito só para ela achar que chamou atenção e assim se sentir mais amada? Nenhum! Mandar um e-mail para aquele amigo que se perdeu no tempo. Começar a pagar a viagem para quando eu tirar férias do emprego que ainda nem arranjei.

Mas que eu não me engane ,a lista não está nem perto do fim. Isso foi apenas um exercício bem no estilo brainstorm limitado a 30 segundos!

Tô aqui pensando que ter medo não é uma sensação ruim. O que nos consome (pelo menos a mim) é pensar que estamos sempre adiando as atitudes certas - das quais estamos, na maior parte das vezes, conscientes - para deixar de sentir medo.

* Sim Eu Tenho Medo!

             

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Update: Pedindo desculpas, a quem vem por aqui,  meio que por voltar ao tema…mas esta imagem é para você,  Madrecita!

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Para Todos os “Gostados”, Todos os “Gostantes” e

Principalmente para TODOS OS TIPOS DE  ”GOSTAR”

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Quem te acha especial tem olhos bem grandes, só pra te ver melhor. São olhos que até podem olhar respeitosamente outras coisas e pessoas por aí, mas sempre acabam atraídos para sua direção. Para esses olhos, a sua cor é a mais bonita, os contornos do seu corpo os mais atraentes, e a sua beleza a mais exótica e instigante. Esses olhos bem grandes podem ficar minúsculos para os seus defeitos e pisadas de bola inomináveis, assim como podem tornar-se a lupa mais poderosa para enxergar o que há de bom até nos atos mais corriqueiros e babacas que você fizer. São olhos que reparam nas suas roupas, no seu jeito de pentear os cabelos e nos pequenos detalhes. Os mesmos olhos que decoram os seus movimentos, gravando na memória o seu jeito de bocejar, de sorrir, de fechar os olhos quando beija ou de torcer o nariz para uma comida detestável. E se decora tudo isso, é porque presta atenção em você. E essa pessoa, com seus olhos grandes e perfeitos, olha até dentro da sua alma, fazendo com que você se sinta despida, mesmo vestida, encapotada e encouraçada. Porque vem de você, que é especial, as maiores belezas desse mundo.

Quem te acha especial tem um nariz bem grande, só pra te cheirar melhor. E pelo seu cheiro, a pessoa pode se sentir entontecida. Reconhece o seu perfume de longe, e por causa dele, quer o tempo todo trazer você pra perto e colar pele a pele com você. E por causa de seu nariz grande, a pessoa é capaz de aguentar o cheirinho do fim de um dia cansativo de trabalho com a mesma alegria que sente o cheiro do amaciante na roupa limpa, do sabonete na pele lavada e do xampu no cabelo molhado. E tudo isso porque vem de você, que é especial, os odores mais puros e deliciosos desse mundo.

PhotobucketQuem te acha especial tem orelhas bem grandes, só pra te ouvir melhor. E ouve. Ouve muito. Ouve os ruídos por trás de uma frase mal dita ou enviesada. Ouve os detalhes sobre o seu trabalho, seus amigos, sua família e as coisas boas que você faz com o maior interesse desse mundo. Ouve e se admira quando você fala com os outros. Ouve os seus suspiros apaixonados e os de saco cheio. Ouve quando você pede ajuda, implícita ou explicitamente. Ouve também as batidas do seu coração acelerado, pedindo por carinho, e corresponde a elas. Ouve suas reclamações sobre as pessoas, tentando ver o seu lado. Ouve quando você fala demais, e também quando você fala de menos. E por ouvir tanto, não esquece de estar presente e atuante nos seus bons e maus momentos. Ouve também muita bobagem que você fala - e o melhor, faz que não ouviu. E, principalmente, quem te achar especial vai saber ouvir todos os seus silêncios. E tudo isso porque são suas as palavras mais sábias, doces e importantes do mundo - só porque você é mais que especial.

Quem te acha especial tem mãos e pés bem grandes, só pra lhe segurar melhor. E faz você se sentir protegida em um abraço, ou quando coloca as mãos nas suas costas no meio da multidão. E segura firme seus ombros quando você precisa se situar num momento de sofrimento. E segura a sua onda quando você não consegue mais andar sozinha. E segura sua peteca quando ela ameaça cair. E puxa o seu astral quando ele tá lá no chão. E faz colo pra você dormir tranquila. E não se afasta quando você queria estar perto. E não vem perto quando você precisa estar longe. E faz cócegas quando você precisa de um sorriso. E pisa muito duro quando você precisa de defesa. E acaricia quando você precisa de afagos. E segue seus passos mesmo quando ele mesmo não quer ir. E, mesmo com pés enormes, sabe pisar em ovos quando a situação é delicada. E mesmo com mãos enormes, sabe tocar seu corpo com cuidado e delicadeza, sem deixar de ser firme. E tudo isso porque é o seu calor, tão especial, que essa pessoa precisa para sobreviver.

PhotobucketQuem te acha especial tem uma boca bem grande, só pra te beijar melhor. Uma boca que sabe ficar minúscula para falar dos seus erros, e sabe até mesmo ficar nula quando não é a hora de falar. Mas que sabe também dar o berro mais coeso e acertado quando você precisa de uma bronca. Uma boca que não se cala por conveniência, e nem desvia o assunto quando ele é difícil, mas cumpre o seu papel de dizer o que tem que ser dito. Uma boca que sabe declarar seus sentimentos a toda hora ( porque já que você é especial, precisa saber disso claramente, a todo minuto ). Uma boca que fala bem de você por aí, e que louva seus sucessos e suas alegrias. Uma boca que sorri sinceramente por você. Uma boca que canta pra você dormir. Uma boca que torna-se furiosa pra defender você. Uma boca que é cuidadosa ao criticar, mas perdulária até o fim para elogiar. E porque você é especialíssima, essa boca grande vai sorrir orgulhosa por ter você a cada oportunidade.

Quem te acha especial tem um coração bem grande, só pra te acomodar melhor. E nesse coração, você estará à vontade, como se estivesse em seu próprio coração. Um coração que se abre todo pra você, sem medo de ser feliz e nem de ser triste - afinal, você merece tanta confiança e boa vontade. Você é especial.

Quem te acha especial usa óculos especiais, com lentes feitas da mais pura, deliciosa e apaixonante essência de ilusão.

Quem te achar especial, será especial assim pra você também.

Quem te faz sentir-se especial, te faz sentir-se amado. E não há sentimento melhor nesse mundo.

Pena que às vezes seja tão difícil ser especial assim para alguém…

Talvez exatamente porque seja uma coisa… Especial.

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LISTINHA BÁSICA

 De (alguns dos) itens absolutamente indispensáveis para uma vida feliz

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Ontem à noite, segui um ritual relaxante, que me fez acordar nova hoje. Tomei um banho quente, me lambuzei inteira com o meu hidratante preferido e coloquei meu pijama mais gostoso. Não contente com tanto prazer, coloquei o meu CD preferido e peguei a minha revista lida pela metade para acabar de lê-la. Tudo isso regado a torta farinha láctea leite que tinha feito no domingo. Enfim, me dei de presente um momento para lembrar pelos próximos dias ou semanas… Fazia tempo que não agia assim, que não ouvia os meus instintos mais básicos, aquela vozinha interior que vive dizendo o que devo fazer para ficar bem, em paz. Por isso, fiquei pensando que seria interessante - e prazeroso - fazer uma listinha das coisas que têm esse poder de nos jogar para cima, de nos fazer sentir rainhas da cocada pretapor cima da carne seca! Eventuais sugestões, como sempre, são muiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiito bem vindas.

Sacar R$ 500 no caixa eletrônico do shopping e usar para comprar coisinhas pequenas e supérfluas, tipo maquiagem diferente de marca desconhecida, creme para massagem capilar, hidratante cheiroso, esmalte de cores que você nunca pediria para tua manicure usar, canetinhas com glitter, etc. O importante é sair do shopping sem sequer um real no bolso, daquela grana sacada. Caso sobre alguma coisa, compre uma casquinha daquelas de sorvete italiano!

Navegar pela internet no horário de trabalho.Isso é muito bacana, sobretudo para quem usa o computador como instrumento de trabalho, tipo advogado, secretária programador, telemarketing, etc… O importante é todos pensarem que você está trabalhando e você estar ali, viajando por blogs interessantes ou catando receitas legais para testar no fim de semana. Aqui entra, também, a checagem, a cada meia hora, do teu e-mail pessoal, desde que te tome, no mínimo, uma hora por dia. O espírito da coisa é burlar quem te explora, portanto, vale também: fingir que está doente para ganhar dia de folga; sair para lanchar no horário de expediente, com a desculpa de que vai a algum compromisso profissional; fazer um ‘tour’ pelas salas da moçada, para colocar o papo em dia, etc.

Fazer brigadeiro em casa e começar a comer, ainda quente, na panela, com colher (fazer bolinhas vai tirar todo o prazer da degustação).

Ir caminhando, por livre e espontânea vontade(se for uma alternativa para o carro quebrado, não tem a menor graça!), a um compromisso habitual. É bacana descobrir (novamente!) que as pernas têm uma utilidade toda especial…

Fofocar. Yes, gossip - we love it. O assunto pode ser qualquer um - família, sexo, trabalho, etc. O importante é que você quase sinta escorrer o veneno pelos cantos da boca. Como disse para uma amiga outro dia, para eliminar a sensação de culpa, basta você pensar que, na verdade, está promovendo uma saudável circulação de notícias socialmente relevantes.

Cozinhar para amigos. Na boa, essa é uma coisa muiiiiiiiiiiiiiiiiiito bacana para levantar o astral. Cuidar de cada pequeno detalhe para agradar as pessoas de quem você gosta dá uma sensação de prazer gigantesca. Se for uma ocasião só para mulheres, dá para unir o útil ao agradável e promover aquela circulação de notícias… (bom talvez eu deva rever a parte do “cozinhar”… substituir por algo mais acessível a minha pessoa)

Encontrar um homem ‘bjeto’. Isto é: alguém com quem você só vai ter vínculo carnal (nossa! quanto desapego…) e de quem não vai esperar absolutamente nada. É claro que, por consciência ecologicamente correta, você também não vai prometer nada. É importante que ambos tenham consciência que aquela história não vai ocupar um espaço maior do que 4 paredes. Isso não significa - é bom dizer - que, dentro daquele espaço, ela não deva ser tudo e mais alguma coisa. Para ficar se sentindo perfeita, basta lembrar daquele teu namoradinho canalha da adolescência, quando ele dizia que o importante era viver o momento.

Escolher presente para pessoas de quem gostamos. Nada como antecipar a satisfação dessa pessoinha, ao receber o presente.

Ficar bêbada. Gente, essa é infalível - quando é um evento não-habitual, evidentemente. A bebedeira te coloca em uma condição absolutamente ridícula. Por conta disso, você vai ter um milhão de histórias engraçadas, para partilhar com as pessoas que presenciaram a cena lamentável… Além disso, existe sempre a chance de que a bebedeira venha a te aproximar de algumas pessoas. Na boa, em todas as (pouquíssimas, eheheheh) vezes nas quais fiquei assim, acordei com um pouco de ressaca e mais amigos.

Arrumar uma paquera platônica, que faça com que você tenha estímulo para ficar mais bela, todos os dias. Fique atenta para o seguinte: 1) o moço tem de ser absolutamente indisponível; 2) essa paquera deve te levar do nada para o lugar nenhum; e, 3) se houver a mínima chance de você se apaixonar, caia fora antes mesmo de cogitar a idéia, pois, a intenção é te dar uma coisa gostosa para pensar nos momentos insípidos do dia-a-dia e, não, te fazer entrar numa roubada.

Entrar em uma loja famosa de cosméticos, experimentar mil produtos de maquiagem e perfumes e sair de mãos abanando, sem ter consumido nadaaaaaaaaaaaaaa. Glória, glória, glória.

Assistir, pela enésima vez, Uma Linda Mulher. Sim, nós sabemos que não há muitos Richard’s Gere circulando por aí e que, lamentavelmente, a maioria de nós não tem a aparência da Julia Roberts. Concentre-se na mensagem principal: até as mulheres da vida (com o máximo respeito!) conseguem viver um conto de fadas. Por que não pode rolar com você também?

Ser, merecidamente -puxa-saquismo só tem graça quando é escancarado! - elogiado. Puta merda (desculpem, acho que essa nossa intimidade está atingindo níveis perigosos!). Nada como um elogio sincero para fazer com que a você perceba que tem tantas coisas bacanas, que fazem de você um ser iluminado, inevitavelmente destinado a ser feliz.

Dizer eu te amo para a tua mãe, antes de dormir, e ver os olhinhos dela enchendo de lágrimas, pela surpresa e emoção. Para todas as outras coisas, existe Mastercard. Essa não tem preço.

Bom, acho que já fui longe demais. Poderia continuar indefinidamente, porque, como já disse antes, embarquei - de mala e cuia - em uma viagem de auto-descoberta. E, a cada dia, tenho o cuidado de ficar atenta para aquelas pequenas coisinhas que me fazem feliz. Fico achando que a felicidade, na verdade, é servida em doses homeopáticas. O impressionante é ver como tudo é uma questão de hábito. Até ser feliz.

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Momento Lúdico (Ou Quase)

PhotobucketDizem, por exemplo, que meia pode ser o nome chique do número seis, principalmente se a gente estiver ditando números para uma pessoa e não quiser que o seis se confunda com o três. Então a gente diz “dois-nove-meia-três-cinco-oito-sete”. Talvez tamanho luxo reservado apenas a um número se deva ao fato de que seis é meia dúzia. Mas aí já é outro meia.
Meia também é uma coisa que é quase aquilo, mas não é aquilo tudo. Por exemplo, quando não é frio nem calor, é meia-estação. Quando não se é nem muito jovem, nem muito velho, se está na meia-idade. Quando não está nem claro nem escuro, se está num ambiente à meia-luz. Quando não se fala nem forte, nem fraco, se fala à meia-voz. Dizem, inclusive, que os meios termos como esses costumam ser mais saudáveis, mais envolventes e mais tranqüilos. Nem lá, nem cá… No meio do caminho.
E por falar em meio do caminho, essa coisa de meia também pode ser o ponto central entre dois pontos distantes, entende? Talvez você não esteja entendendo, porque esse texto tende a ficar meio confuso, como ficam todos os textos nos quais um assunto se repete. Mas então, o ponto central entre dois pontos distantes. Nesse caso, meia quer dizer metade. Existem metades muito saborosas, como, por exemplo, quando você come meia maçã, ou paga meia-entrada no cinema. Outras metades podem ser belas e meio tristes, quando você vê a meia-lua no céu, minguando; ou mesmo alegres, quando você vê a mesma meia-lua crescendo para se tornar cheia. Podem ser metades táticas, como aquele jogador meia-direita que cobre uma parte específica do campo de futebol ( para que o outro time não faça a festa inteira ). Metades inspiradoras, quando você olha no relógio e deu meia-noite – e você pensa que ainda tem um dia inteirinho pela frente pra fazer o que quiser. Ou então metades familiares, quando se tem uma meia-irmã – que nem por isso precisa ser meia amiga.
Tem também o meia que é ponto de tricô. Apesar de chamar meia, ele faz um ponto inteiro pelo avesso. Afinal, o direito é só meio lado da coisa.
Meia também pode ser peça de vestuário, aquela que, apesar de viver pisoteada e esquecida, é fundamental. Meia é um treco meio pessoal, que nem calcinha, cueca e escova de dente, principalmente o usuário da meia tiver chulé. Pensando em chulé, não dá pra entender como tem gente que usa meia pra fazer declaração de amor e pedir pra ser a meia do sapatinho do ser amado. Na realidade, precisa amar muito pra pedir pra ser a meia de um pé com chulé. Nessa área de meias, tem muitos tipos de meia. Meia calça ( que tem esse nome não por que cobre apenas uma perna e a outra não, mas sim porque é uma meia que queria ser calça ), meia-soquete, meia de um quarto e meia de sete oitavos. Aliás, como uma coisa pode ser meia e ser um quarto ao mesmo tempo? Ah, que bobagem, deixa isso pra lá. Importante é saber que meia é meia e acabou.

Lugar Para Sonhar

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O cinema é um lugar  fantástico. Paradisíaco. Totalmente paradisíaco.

No cinema eu já ri de besteiras homéricas até a barriga doer. Já chorei, e muito, ao ponto de voltar pra casa de olhos inchados e chorar por mais de uma semana só em lembrar de uma história triste que me foi contada. Já beijei e namorei bastante embalada pelas comédias românticas que eu tanto gosto de ver. Já comi pipoca, jujuba, cachorro-quente, chocolate e pirulito. Já caí e passei vexame tentando encontrar um lugar no escuro. Já tive conversas sérias. Já conheci gente. E já me senti na mais completa solidão, em uma ou outra sessão da tarde em que só eu e o projetista estavam presentes. Já tive raiva secular de personagens que nunca tinha visto antes. Já pensei sobre problemas, fatos e causas para as quais eu jamais teria atentado. Já me senti totalmente abalada. Já saí achando que o ingresso não valeu o filme, e também já achei que pagaria mil vezes mais se precisasse para ver o que vi. Já senti medo, com direitos a arrepios e pulos da poltrona. E já me senti tão angustiada que tive que sair antes do filme acabar. Definitivamente, o cinema mexe com as minhas emoções. Mesmo quando a sala é ruim, mesmo quando o preço é um abuso, mesmo quando o filme não corresponde às expectativas… Mesmo quando eu nem pensava em ir, como hoje, o cinema me chama. E eu vou.

Acima de tudo, o cinema é lugar pra sonhar. “Temos a arte para que a verdade não nos destrua.” Acho que era o que dizia o Nietzsche. E é bem por aí. Naquela telona, os sonhos ganham movimentos e ficam maximizados, de maneira que a coisa mais absurda vira realidade por algumas poucas horas. Cinema é lugar para esquecer a realidade e transcendê-la, ou repensá-la e lembrá-la como se estivéssemos fora dela. Por isso aquela tela me parece tão mágica. E por isso eu me deixo ser enganada por aquelas imagens. E adoro.

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Esses dias eu tenho sentido uma saudade muito grande do tempo em que eu ia, no mínimo, uma vez por semana no cinema. É que a vida anda esquisita. Pessoas andam muito brutas e egoístas, ligadas a futilidades e materialismos. Projetos e ideais andam sendo corrompidos. Pouca gente sabe os reais significados de palavras como prazer, leveza. Lutas de uma vida toda vão por água abaixo por conta de uma mala de dinheiro ou uma conveniência qualquer. Está cada vez mais difícil achar alguém com o coração aberto para o amor, e por consequência, cada vez mais difícil aprender a amar alguém. E no meio disso tudo, eu gostaria de ver muitos filmes bonitos - comédias românticas bobocas, musicais despretensiosos, dramas de finais felizes, imagens fantásticas e belíssimas que só poderiam nascer na cabeça de uma pessoa - nunca da realidade. Talvez a vida ande carregada demais, e eu esteja precisando de um pouco de ilusão. E foi aí que me lembrei da garçonete do Woody Allen. Aquela. Todos os dias, ela fugia da vida dura que levava ali, na sala de cinema. Nos filmes do Woody Allen, é impossível saber se ele queria que ríssemos ou chorássemos. Mas ao ver esse filme, eu chorava, e muito. Pensei se ainda conseguiria chorar se o visse de novo hoje. Os olhos da Mia Farrow ao ver Fred Astaire e Ginger Rogers dançando “Cheek to Cheek” tinham um brilho que hoje eu queria ter nos meus. O brilho de quem acredita que a vida pode ir um pouco além da aspereza e da infelicidade do dia-a-dia. O mesmo acontecia com a senhorita Lisbela. Sonhava dentro do cinema para ganhar força pra continuar acordando fora dele.

Quando eu era mais nova, gostava de imaginar muitas coisas, me ver em várias situações. E a fantasia que eu mais curtia era a de ser atriz. O dinheiro, a fama e os prêmios nada me diziam. Mas me encantava a possibilidade de ser muitas pessoas sem deixar de ser uma só. Me atraía a poesia das histórias, a versatilidade dos sonhos que os atores vivem, essa coisa de construir uma pessoa dentro de você e vesti-la, depois desvesti-la. Claro, não levei a sério porque para certas coisas é preciso talento. Mas trouxe a sensação da brincadeira comigo. E de vez em quando é bom viver outras vidas, nem que seja sentada em uma poltrona de uma sala de projeção, quando a sua parece tão pequena… Tão vazia de sentido, de emoção. Dizem que assim é que é bom, assim que é certo. Uma pena que eu não possa impedir a minha natureza sonhadora de se manifestar e querer muito mais. Mais paixão, mais movimento, mais ilusão, mais ação… Mais sonho.

E no meio de tanta coisa que eu lembrei, lembrei também da canção da Lisbela, que eu estava ouvindo no rádio agora a pouco. Por alguma razão, eu fiquei contente ao ouvir a voz suave dos Los Hermanos enquanto arrumava umas coisas. Talvez seja porque, por mais dura e esquisita que a vida seja, eu percebi que ninguém vai me impedir de querer. Querer dançar nas nuvens como a Ginger Rogers. Querer um beijo apaixonado. Querer um fato sobrenatural. Querer que toda uma trajetória dê certo. Querer sentir o cheiro de pipoca no ar sempre que o dia parecer pesado demais. Ninguém pode me impedir de querer… E muito menos de sonhar. Dentro ou fora do cinema. Eu quero um final feliz.

“Eu quero a sina de um artista de cinema…
Eu quero a cena onde eu possa brilhar.
Um brilho intenso, um desejo, eu quero um beijo,
Um beijo imenso, onde eu possa me afogar…
Eu quero ser o matador das cinco estrelas.
Eu quero ser o Bruce Lee do Maranhão.
A Patativa do Norte, eu quero a sorte
Eu quero a sorte de um chofer de caminhão
Pra me danar por essa estrada, mundo afora, ir embora
Sem sair do meu lugar…
Pra me danar, por essa estrada, mundo afora, ir embora
Sem sair do meu lugar…
Ser o primeiro, ser o rei, eu quero um sonho.
Moça donzela, mulher, dama, ilusão.
Na minha vida tudo vira brincadeira,
A matinê verdadeira, domingo e televisão.
Eu quero um beijo de cinema americano,
Fechar os olhos, fugir do perigo.
Matar bandido, prender ladrão…
A minha vida vai virar novela!”

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Azul da Cor do Mar…

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É muito interessante essa coisa do sofrimento.

Outro dia vi no Fantástico, no quadro da filósofa Viviane Mosé, uma história, entre tantas outras histórias absurdas que a gente ouve por aí. Um homem honesto, daqueles que vivem para trabalhar na roça e que têm a decência tão fundo que chega nos ossos do corpo, foi acusado e condenado injustamente de ter cometido um crime grave. Na cadeia, apanhou tanto que ficou cego e com uma perna debilitada. Lá passou bons anos da sua vida. Ele e sua família, que dependiam do trabalho dele pra viver, sofreram. Sofreram muito. E, diga-se, não deve haver nada que justifique tamanho sofrimento para pessoas boas como aquelas.

Tem gente que sofre na vida. Gente boa, inteligente, estudiosa, criativa e animada, que não consegue trabalho, ou se consegue, a empresa fecha, tem um chefe invejoso perseguindo, sofre um acidente - e lá vai o emprego embora. Tem gente que jura que conheceu uma boa pessoa pra se casar, mas depois que casa, o fulano se mostra violento, alcoólatra, vagabundo, distante - e lá se vai um sonho de amor destruído, levando junto a dignidade dos envolvidos. Tem gente que finalmente, depois de ralar a vida inteira, ganha na loteria, e quando vai desfrutar da vida mansa, fica doente, ou morre. Gente que é e explorada, maltratada, sujeita a doenças, a maldades de todo o tipo. Gente que não consegue nada fácil. Gente que a vida pisa e judia de muitas formas.
Por outro lado, tem gente que parece guiada por uma estrela diferente todo o tempo. Gente que não merece nada de bom, mas tem tudo - dinheiro fácil, nunca pega nem um resfriado, um amor bacana, beleza, amizades, flores todos os dias, nível zero de preocupação. E estão lá, desfrutando, passando leve pela vida.

O que é que causa esse abismo entre o sofrimento imenso de alguns e a felicidade fácil de outros? Por que às vezes a vida parece tão injusta?

Fiquei pensando nisso. Karma? Não acredito em vidas passadas e reencarnações, portanto, o que tem que ser resolvido e pensado pra mim é aqui e agora. Escolhas? Não dá pra engolir… Será mesmo que tudo, absolutamente tudo está mesmo sob o controle de nossas decisões dessa maneira? Não… Sempre há uma boa parte que não depende de nós. Sorte, azar? E de onde viria essa energia esquisita que se distribui de forma tão desigual? Não… Destino? Coincidências? Provações divinas? Uma eterna propensão natural do ser humano para a dor? Desgraças estatísticas?

As pessoas fazem o jogo do contente, esperando uma redenção que - um dia, elas precisam acreditar - virá. Dizem que é bom se conformar, que a vida é assim mesmo, que nunca a tempestade é maior do que podemos suportar, que questionar o destino é errado. E, é claro, tem gente que até vive procurando o sofrimento o tempo todo, punindo a si mesma a aos outros de uma maneira muito cruel. Tem gente que até mesmo se acostuma a sofrer tanto que quando tem um momento feliz não sabe aproveitar, não entende.

Sofredores e não-sofredores… Eu não estou nem em um grupo, nem em outro. A vida foi relativamente boazinha comigo. Tive família, tive chance de estudar, nunca passei fome, minha saúde sempre foi ótima, escolhi a profissão que amo, nunca sofri grandes fatalidades. Mas também nunca ganhei muitos presentes. Tudo que eu tenho tive que trabalhar muito pra conseguir. Todas as minhas conquistas custaram muitas lágrimas, reflexões e cansaço. Todos os sonhos realizados tiveram que ser construídos por minhas próprias mãos, tijolinho por tijolinho. E ainda tem uns tantos outros que, eu sei, vão custar muito pra realizar. Muito. E muita coisa eu vou morrer desejando, sem conseguir alcançar jamais.

Mas eu penso nisso quando vejo essas imagens de gente que perde tudo em uma enchente, que morre em acidente nas estradas por causa de um outro motorista bêbado, que é ludibriado, que pega uma doença rara, que é enganado, que estava no lugar e na hora errada, que nasce e vive sofrendo. E não estou falando só de dinheiro e bens materiais, não. É muito mais que isso.

Às vezes é uma grande pena que esse tipo de questão não tenha resposta… De repente, o lance é mesmo só pra gente perguntar.

Há canções que a gente ouve, canta, reproduz, imita, repete… E um dia, de repente, ela faz tanto sentido que você descobre por que é uma grande canção.

“Ah… Se o mundo inteiro me pudesse ouvir…
Tenho tanto pra contar, dizer que aprendi
Que na vida a gente tem que entender
Que um nasce pra sofrer enquanto o outro ri…

Mas quem sofre sempre tem que procurar
Pelo menos vir achar razão para viver
Ter na vida algum motivo pra sonhar
Ter um sonho todo azul… Azul da cor do mar…”

Abu, Que São Francisco Te Guarde Sempre!

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RECADO DE S. FRANCISCO DE ASSIS

Sei que lágrimas de dor vertem agora dos teus olhos, dia em que teu cão se foi, e se afastou de ti e se aproximou de Deus. Todavia, dou-te uma nota feliz neste dia tão triste: jamais Deus teria sido injusto com os animais! Por isso , não importa quem está nascendo ou morrendo, há sempre alguém chamando por ti; então VIVA!
Agora mesmo, neste exato instante em que choras, teu anjo amado segue e evolui…Brilha na imensidão do espaço e volta, manso e feliz ao aconchego das almas! Com tua mania racional, teimas em duvidar, mas nada importa, senão continuar a VIVER!
As hostes dos Anjos e Francisco cuidam das luzes em pêlos e preparam suas patas para uma nova vida. Enxuga teu rosto e acredita! Fizeste a parte que te cabe no mundo…
Um sonho jamais termina num último miado, nem se pode calar os latidos de um dia. Então podemos crer novamente. VIVA!
É que o Criador adora suas crias! E deixa que elas permaneçam sempre vivas na memória dos que ficam… Elas cumpriram com o seu Divino mandato: AMAR-TE !

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Francisco de Assis nasceu na cidade de Assis, Úmbria, Itália, em 1182. Pertencia à burguesia, e dessa condição tirava todos os proveitos. Como seu pai, tentou o comércio, mas logo abandonou a idéia por não ter muito jeito para isso. Sonhou, então, com as glórias militares, procurando desta maneira alcançar o status que sua condição exigia. Contudo, em 1206 para espanto de todos, Francisco de Assis abandonou tudo, andando errante e maltrapilho, numa verdadeira afronta e protesto contra sua sociedade burguesa. Entregou-se totalmente a um estilo de vida fundado na pobreza, na simplicidade de vida, no amor total a todas as criaturas. Com alguns amigos deu início ao que seria a Ordem dos Frades Menores ou Franciscanos. Com Santa Clara, sua dileta amiga, fundou a Ordem das Damas Pobres ou Clarissas. Em 1221, sob a inspiração de seu estilo de vida nasceu a Ordem Terceira para os leigos consagrados. Os pobrezinhos de Assis, como era chamado, foi uma criatura de paz e de bem, terno e amoroso. Amava os animais, as plantas e toda a natureza. Poeta, cantava o Sol, a Lua e as Estrelas. Sua alegria, sua simplicidade, sua ternura lhe granjearam estima e simpatia tais que fizeram dele um dos santos mais populares dos nossos dias.

ORAÇÃO - Glorioso São Francisco, Santo da simplicidade, do amor e da alegria. No céu contemplais as perfeições infinitas de Deus. Lançai sobre nós o vosso olhar cheio de bondade. Socorrei-nos em nossas necessidades espirituais e corporais. Rogai ao nosso Pai e Criador que nos conceda as graças que pedimos por vossa intercessão, vós que sempre fostes tão amigo dele. E inflamai o nosso coração de amor sempre maior a Deus e
aos nossos irmãos, principalmente os mais necessitados.

São Francisco de Assis, rogai por nós. Amém.

ORAÇÃO DA PAZ
Senhor! Fazei de mim um instrumento da vossa paz.
Onde houver ódio, que eu leve o amor.
Onde houver ofensa, que eu leve o perdão.
Onde houver discórdia, que eu leve a união.
Onde houver dúvidas, que eu leve a fé.
Onde houver erro, que eu leve a verdade.
Onde houver desespero, que eu leve a esperança.
Onde houver tristeza, que eu leve a alegria.
Onde houver trevas, que eu leve a luz.
Ó Mestre, fazei que eu procure mais:
consolar, que ser consolado;
compreender, que ser compreendido;
amar, que ser amado.
Pois é dando que se recebe.
É perdoando que se é perdoado.
E é morrendo que se vive para a vida eterna.

ORAÇÃO DO CÃO
Senhor de todas as criaturas, fazei que o homem,
meu dono, seja fiel aos outros homens, como eu próprio lhe sou fiel.
Fazei-o afeiçoado à minha família e aos amigos,
como eu próprio lhe sou afeiçoado.
Fazei que ele guarde honestamente os bens que tu lhe confias, como eu, honestamente, guardo os que ele me confia.
Dai-lhe Senhor, um sorriso fácil e espontâneo, como fácil e espontâneo é o mover da minha cauda.
Fazei-o tão pronto à gratidão, como eu, sempre tão pronto, lhe lambo as mãos.
Dai-lhe uma paciência igual à minha, que lhe aguardo sem queixume.
Que ele tenha a minha coragem, e a minha prontidão no sacrifício, desde a comodidade à própria vida.
Conserva-lhe a juventude do meu coração, e a alegria do meu conhecer.
Por fim, ó Senhor de todas as criaturas, fazei-o sempre tão verdadeiramente homem, como eu sempre, tão verdadeiramente, sou cão.
(Autor desconhecido)

Como Assim Bial???

 

NÃO GOSTOU? DENUNCIE!

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O Ministério da Justiça promete monitorar o conteúdo exibido pelo “Big Brother Brasil” por um período de 30 dias. A oitava edição do reality show da Globo começou nesta terça-feira.Uma equipe de técnicos do governo começou fazer a análise do conteúdo do “BBB 8″ a partir desta terça-feira. Se em 30 dias não for constatada nenhuma irregularidade, essa equipe encerra o monitoramento.
As denúncias podem ser feitas na seção “Fale Conosco” do site do Ministério da Justiça (http://www.mj.gov.br/classificacao) ou pelo telefone gratuito 0800-619-619. Esse é o contato da Câmara Federal, que encaminha as reclamações para a campanha contra a baixaria da TV, promovida pela Comissão de Direitos Humanos. O ministério afirma ainda não ter sido notificado por eventuais excessos no programa. Qualquer cidadão pode denunciar o “BBB 8″ ou outra atração exibida na televisão brasileira.

ÉÉÉ….de acordo com a cartilha das avós: “escreveu, não leu…” (vocês sabem o final)

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