Ainda Bem Que Está Acabando!

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Depois de uma looooonga temporada sem “compartilhar” nada por aqui, esta eu não pude deixar passar. Quem me conhece (nem precisa ser muito a fundo) sabe que eu sou a rainha dos SACs, vivo brigando com um.

Primeiro momento “ninguém merece” da semana:

Como de costume antes de subir pro meu apartamento passei no escaninho e finalmente a Cia. telefônica enviou a 2ª. Via da conta que eu havia reclamado de erro de cobrança.

O elevador levando séculos para chegar…
…Para me distrair não teve jeito, abri a bendita conta.

- Não é possível meu Deus do céu! Como pode uma empresa dita séria não conseguir mandar sequer uma conta com o valor correto? Nem mesmo a 2º. Via???? Não tem problema não vou ligar naquele maldito 1052 e eles vão me ouvir… ahhhh se vão…. Sou ruiva mas não sou Bozo!

Entrei em casa com um quente e dois fervendo. Joguei bolsa, conta tudo em cima da mesa e praticamente me atraquei com o telefone:

Depois de vencer a cansativa etapa do digite x para isso, digite y para aquilo e cada vez mais irritada:

- Boa noite, Gisleide (atendente de Telemarketing já nasce sofrendo. Que nome é Esse?!?!) falando, com quem eu falo por favor?

- Veja bem Gisleide, eu não quero ser grosseira com você mas eu não aguento mais esta sua empresa. Se eu pudesse voltar no tempo eu jamais teria aceitado a M A R A V I L H O S A promoção que vocês me ofereceram quando eu liguei para cancelar minha assinatura e passar para o concorrente. Não é possível!!! Desde então todo mês a cobrança é feita errada. Eu tenho que fazer 3 ou 4 ligações todo mês para corrigir os erros de vocês. Sendo que este mês vocês se superaram. Além de errar na 1ª. Cobrança a 2ª. Via, depois, do já de praxe bate boca, veio também ERRADA! Assim não dá! Assim não pode! Eu não sou funcionária de vocês para ficar corrigindo fatura errada. Ou resolvemos este problema nesta ligação ou vamos cancelar este serviço AGORA!

- Pois não senhora, enquanto eu abro sua última fatura, para que eu possa fazer a contestação a senhora poderia explicar exatamente o que está sendo cobrado errado?

- Claro que posso! Ah se posso! E como posso!(neste ponto eu fiz dessa ligação uma verdadeira catarse. Fui descrevendo todo o histórico de brigas dos últimos 10 meses com riqueza de detalhes)

Ela, gentilmente (aliás, pensando bem agora, não foi gentileza não, foi sacanagem mesmo!!!) foi ouvindo tudo só no “hum-hum”, “hã-hã”, quase que interagindo comigo demonstrando que prestava atenção a tudo que eu ia vomitando em cima dela.

Váááários minutos depois, eu acabei de descrever nos mínimos detalhes todos os erros que foram cometidos em minha conta nos últimos 10 meses, eu finalizei:

-…como você pode ver Gisleide isso não foi uma promoção foi um mero subterfúgio para poder me punir por eu um dia ter ousado considerar trocar vocês por um concorrente. Então, como resolvemos meu problema de uma vez por todas???

- Senhora, nós não temos um produto chamado “fixo ilimitado” e não trabalhamos com o Velox.

Agora eu estava realmente irritada:

- Como não minha filha????? Agora além de tornar minha vida um inferno vocês vão me chamar de maluca????

- Claro que não senhora! Mas… Realmente a Claro não trabalha com telefonia fixa!
- Claro? Ué…hum…ehhh..peraí… Deixa-me pegar minha conta aqui em cima da mesa… Ai Meu Deus… eu tinha que ter ligado era pra a Telemar!!!

**** A Gisleide é sádica ou o que? Ela fez de propósito… Eu sei! Eu sinto! Ela podia ter me interrompido logo que ela percebeu que eu ia me afundar ainda mais! Mas não… Ela se divertiu as minhas custas!!! ***

Segundo (e se Deus quiser último) momento Glamour Zero ao telefone:

- Oi, é da Colgate? Queria fazer uma reclamação. Comprei uma escova elétrica de vocês que segundo reza a lenda, deveria durar 3 meses, mas ela durou 3 semanas.

- A senhora já tentou trocar pilha? Perguntou a tendente com ar de “Telecurso 1º. Grau”.

- (Dããã) Pilha? Que pilha? Ela é descartável, bem.

- Não senhora, ela é à pilha…

- Não ela é descartável, está escrito. D e s c a r t á v e l. E mesmo que não fosse seria um absurdo uma pilha de uma escova de dente durar apenas 3 semanas, quando na embalagem promete 3 meses. Que produto horrível é este? Devia durar no mínimo o que vocês prometem: 3 meses! Estou indignada, isso é um absurdo.

Depois de muita insistência, brigas e palavras de baixo calão (da minha parte, Claro!!!!)…

- Tá bom. A senhora pode estar deixando a escova com defeito na portaria do seu prédio em um envelope que vamos estar retirando e estar deixando uma nova. Um motoqueiro vai estar passando aí em 3 dias úteis. (Argggghhhhh!!! Fala sério! Haja paciência para aturar tanto gerúndio numa reclamação só)

- Ok. Obrigada. Hunpf.

Coloquei o telefone no gancho e fui, toda com ar de vitoriosa e cheia de moral, pegar a minha escova de dente que não funcionava para embrulhar e deixar na portaria… Mas… Para minha surpresa, ela era da Oral B.

Restam-me 2 opções: me fazer de louca e deixar a escova da Oral B para a Colgate trocar ou ligar me desculpando.
Dúvida cruel…
Só tenho mais 3 dias úteis para me decidir!

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Ok…Ok…Esta não está sendo a semana mais brilhante da minha vida!

Ainda bem qué já está quase no fim!

SURREAL…. Assim Não Dá!!! Assim Não Pode!!!

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ABRAM AS CADEIAS, SOLTEM TODOS OS PRESOS (OS QUE TIVEREM MILHÕES) - GILMAR MENDES GARANTE

Por Laerte Braga

Não há sentido em manter ninguém preso neste País por crimes chamados do colarinho branco. Ou seja, os cometidos por acionistas do Estado brasileiro. O STF(Supremo Tribunal Federal) é parte desse Estado, logo, está subordinado aos donos. Daniel Dantas não só é um dos donos, como controla e opera os interesses de vários outros acionistas.

O crime compensa e as universidades privadas estão perdendo um filão. Um curso de bandidologia. Professores existem a larga no mercado e Gilmar Mendes não vai se sentir incomodado de paraninfar as futuras turmas nos próximos anos. Se o trabalho for muito reveza com marco Aurélio Mello e Ellen Gracie.

Quando se cansarem, relaxam na banheira de hidromassagens que a ministra comprou com dinheiro público para seu apartamento em Brasília.

Não precisam temer a reação da imprensa. A redação inteira de VEJA vai lá dar aulas. Miriam Leitão e a turma da GLOBO vão cuidar do doutorado. Boris Casoy pode ser chefe da segurança da Universidade da Bandidologia (dá para criar uma universidade voltada ao relevante tema), no esquema de “mate um comunista por dia”.

Para não ficar assim tão ostensivo, tão acintoso, embora não liguem a mínima para isso, não estão nem aí para o que o povo pensa, podem nomear William Homer-Bonner magnífico reitor. FHV (Fernando Henrique Vende) ganha o título de patrono vitalício dos “negócios”, quer dizer da universidade. Uma espécie de condestável acima de tudo e de todos, já que criador dos céus e da terra, especialista cum laudae em trapaças dos mais variados matizes, tais como vender um país inteiro.

O General Heleno vai ser professor de uma das matérias mais importantes. A seta - como ligá-la para a esquerda e virar à direita. Os livros de tal disciplina terão a suástica na capa, além lógico, do símbolo da VALE (com certeza vai ser uma das financiadoras ao lado da ARACRUZ e do Eike, ex-marido da Luma).

Um corpo docente de primeira linha. Além dos já citados ministros da tal corte suprema, da turma da mídia comprada, josé serra, Aécio Maradona Neves, Geraldo Alckmin, Artur Virgílio, Tasso Jereissati, o presidente da FIESP/DASLU Paulo Stak e vai por aí afora.

A aula inaugural, a primeira, por justiça (epa!) pode ser ministrada por Paulo Salim Maluf.

Não caberão figuras menores, claro. Corruptos padrão merreca não terão lugar, é preciso grandes nomes para consolidar o prestígio e ganhar conceito internacional no mundo “acadêmico” das máfias.

Por isso Pastinha e Bejani nem pensar. No máximo alunos do primário antes de chegarem a essa universidade.

Não há sentido no combate à corrupção em si. É muito mais amplo o espectro dessas operações da Polícia Federal nos últimos anos. Está expondo as vísceras de um modelo político e econômico construído à margem da lei e voltado para interesses que não dizem respeito ao Brasil (ainda que o General Heleno ache que os índios são os culpados).

Um modelo falido, que permeia e como o jurídico institucional e precisa não de reformas, mas de ser jogado no lixo. É como a mesa onde restos de comida se espalham e alguns deixam manchas indeléveis (Gilmar Mendes por exemplo). É juntar a toalha pelas pontas, enrolar e jogar fora.

Colocar outra toalha, limpa, diferente dessa que está sobre a mesa já carcomida de uma democracia que nunca existiu e funciona como escudo para que as elites se apropriem definitivamente do Brasil.

“Todo o poder emana do povo?” Onde?

“Todos são iguais perante a lei?” Onde.

Daniel Dantas, Ermírio de Moraes, Eike Batista, Gilmar Mendes, Salvatore Cacciola, os banqueiros, os latifundiários, os grandes empresários são diferentes. Compram senadores e deputados. Governadores. Ministros do que se presumia fosse a corte suprema de… tchan tchan tchan! Justiça.

Moldam o Estado em função de seus interesses.

Voltam-se seis vezes ao dia para Wall Street e entronizam George Bush, Condoleeza Rice em seus altares. Os Morgan, o Mossad.

Aécio Maradona nNves é ovacionado no estádio de seu estado, o Mineirão e a GLOBO não dá uma linha. “Ô Maradona por que parou? Parou por que? O Aécio cheira mais que você”.

As campanhas de José Propina Serra são feitas com dinheiro de Dantas. Monta uma firma fictícia em Miami, no nome da filha do governador paulista, lava o dinheiro e os tucanos tem a grana limpinha para vender o candidato.

Soltem os bandidos por questão de isonomia. Não há sentido em manter presas pessoas que roubaram alguns poucos milhões, merreca. Que vivem de expedientes porcos como Pastinha, chantagem, coisas do gênero.

São apenas aprendizes na escola de Gilmar Mendes e sua turma.

O que está em jogo, além da grana do Ministro Presidente do STF é o modelo que faz de um criminoso como Daniel Dantas uma figura nacional, a ponto de ter sido o operador do programa nacional de privatizações no governo de FHV (Fernando Henrique Vende).

Foi uma espécie de loteamento do Brasil. Você paga a conta e o General Heleno garante esses caras. Cobra para eles. Aqui, ou no Haiti.

O caixa fica sob a responsabilidade de Marcus Valério. Os pastéis Eduardo Azeredo e Custódio Matos cuidam de contar as notas.

Só não pode ter chilique de Itamar Franco. Foi ele quem inventou essa turma, ou tirou do sarcófago o professor, doutor, magnífico Fernando Henrique Vende.

Roberto Marinho vai ser o patrono espiritual.

“Quando eu era pequenina, de pé no chão….”

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“…eu picava papal fino para fazer balão”

Acho que nenhuma outra festa típica marcou tanto a minha infância com as festas juninas. Eu rezava para que a festa de da escola nunca caísse na noite do meu aniversário. Heheheh Como podem ver eu tinha uma implicância injusta com esta festividade. Acho que era porque todos os meus amiguinhos podiam fazer a festa com o tema que quisesse. Mas a minha… a minha sempre tinha que ser se não toda em ode a São João ou pelo menos com pequenas referencias..como cocadinhas..bolo em forma de balão algum amiguinho que chegava ainda vestido de caipira porque tinha vindo direto de algum “arraiá”! Até o famigerado salsichão já marcou presença em aniversario meu. Desnecessário dizer que total glamour zero, né?rsrsrs

Enfim… o Tempo passou e a implicância também. Tanto que eu já cheguei até a pensar…Se um dia eu casar vou marcar os festejos para a noite de São João, assim vai será bem original!! Calma! Menos batista, menos! Bem menos aliás quase nada!! Afinal meu vestido tomara que caia de veludo vermelho não ia combinar com as bandeirinhas do salão!!!! HAHAHAHAHAHAHAH!

Fogueira, fitas, mastros coloridos… Dança e animação. Todos nós conhecemos
muito bem a tradição da Festa Junina. Mas a verdadeira história da origem
dos festejos juninos vem de muito tempo atrás. Na verdade é bem incerta. È muito baseada em folclore, lendas, mitos e costumes de cada região. Pesquisando por aí eu achei algo bem interessante. Uma das lendas não muito conhecidas diz que Nossa Senhora e Santa Isabel eram muito amigas. Por esse motivo, costumavam visitar-se com freqüência, afinal de
contas, amigos de verdade costumam conversar bastante.

Um dia, Santa Isabel foi à casa de Nossa Senhora para contar uma novidade:
estava esperando um bebê ao qual ela daria o nome de João Batista. Ela
estava muito feliz por isso!Mas naquele tempo, sem muitas opções de comunicação, Nossa Senhora queria saber de que forma seria informada sobre o nascimento do pequeno João Batista. Não havia correio, telefone, muito menos Internet e e-mails.

Sendo assim, Santa Isabel combinou que acenderia uma fogueira bem grande,
que pudesse ser vista à distância. Combinou com Nossa Senhora que mandaria erguer um grande mastro com uma boneca sobre ele.
O tempo passou e, do jeitinho que combinaram, Santa Isabel fez.

Lá de longe Nossa Senhora avistou o sinal de fumaça, logo depois viu as
labaredas que subiam e desciam. Ela sorriu e compreendeu a mensagem.
Foi visitar a amiga e a encontrou com um belo bebê nos braços. Era dia 24 de
junho. Teria começado assim, a ser festejado São João com mastro, fogueira e outras coisas típicas.

Mas existem duas outras explicações, mais comuns, para o termo festa junina. A primeira explica que surgiu em função das festividades ocorrem durante o mês de junho. Outra versão diz que está festa tem origem em países católicos da Europa e, portanto, seriam em homenagem a São João. No princípio, a festa era chamada de Joanina.

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De acordo com historiadores, esta festividade foi trazida para o Brasil pelos portugueses, ainda durante o período colonial

Nesta época, havia uma grande influência de elementos culturais portugueses, chineses, espanhóis e franceses. Da França veio a dança marcada, característica típica das danças nobres e que, no Brasil, influenciou muito as típicas quadrilhas. Já a tradição de soltar fogos de artifício veio da China, região de onde teria surgido a manipulação da pólvora para a fabricação de fogos. Da península Ibérica teria vindo a dança de fitas, muito comum em Portugal e na Espanha.

Todos estes elementos culturais foram, com o passar do tempo, misturando-se aos aspectos culturais dos brasileiros (indígenas, afro-brasileiros e imigrante europeus) nas diversas regiões do país, tomando características particulares em cada uma delas.

Embora sejam comemoradas nos quatro cantos do Brasil, na região Nordeste as festas ganham uma grande expressão. O mês de junho é o momento de se fazer homenagens aos três santos católicos: São João, São Pedro e Santo Antônio. Como é uma região onde a seca é um problema grave, os nordestinos aproveitam as festividades para agradecer as chuvas raras na região, que servem para manter a agricultura.

Além de alegrar o povo da região, as festas representam um importante momento econômico, pois muitos turistas visitam cidades nordestinas para acompanhar os festejos. Hotéis, comércios e clubes aumentam os lucros e geram empregos nestas cidades. Embora a maioria dos visitantes seja de brasileiros, é cada vez mais comum encontrarmos turistas europeus, asiáticos e norte-americanos que chegam ao Brasil para acompanhar de perto estas festas.

Como o mês de junho é a época da colheita do milho, grande parte dos doces, bolos e salgados, relacionados às festividades, são feitos deste alimento. Pamonha, curau, milho cozido, canjica, cuscuz, pipoca, bolo de milho são apenas alguns exemplos.
Além das receitas com milho, também fazem parte do cardápio desta época: arroz doce, bolo de amendoim, bolo de pinhão, bombocado, broa de fubá, cocada, pé-de-moleque, quentão, vinho quente, batata doce e muito mais.

As tradições fazem parte das comemorações. O mês de junho é marcado pelas fogueiras, que servem como centro para a famosa dança de quadrilhas. Os balões também compõem este cenário, embora cada vez mais raros em função das leis que proíbem esta prática, em função dos riscos de incêndio que representam.

No Nordeste, ainda é muito comum a formação dos grupos festeiros. Estes grupos ficam andando e cantando pelas ruas das cidades. Vão passando pelas casas, onde os moradores deixam nas janelas e portas uma grande quantidade de comidas e bebidas para serem degustadas pelos festeiros.

Já na região Sudeste são tradicionais a realização de quermesses. Estas festas populares são realizadas por igrejas, colégios, sindicatos e empresas. Possuem barraquinhas com comidas típicas e jogos para animar os visitantes. A dança da quadrilha, geralmente ocorre durante toda a quermesse.

“O balão vai subindo, vem caindo a garoa.
O céu é tão lindo e a noite é tão boa.
São João, São João!
Acende a fogueira no meu coração.”

Festa junina está historicamente, relacionada com a festa pagã do solstício de verão, que era celebrada no dia 24 de junho, segundo o calendário juliano (pré-gregoriano) e cristianizada na Idade Média como “festa de São João”.

Fogueiras de São João são bastantes populares na Finlândia, onde parte da população passa o dia de São João (”Juhannus”) no campo ao redor das cidades em festejos (por causa do elevado consumo de bebidas alcoólicas, a porcentagem de acidentes e intervenções policiais no São João finlandês é comparável à do Carnaval brasileiro).

Grandes fogueiras são tradição do São João brasileiro e europeu.
De origem européia, as fogueiras juninas fazem parte da antiga tradição pagã de celebrar o solstício de verão. Assim como a cristianização da árvore pagã “sempre verde” em árvore de natal, a fogueira do dia de “Midsummer” (24 de Junho) tornou-se, pouco a pouco na Idade Média, um atributo da festa de São João Batista, o santo celebrado nesse mesmo dia. Ainda hoje, a fogueira de São João é o traço comum que une todas as festas de São João européias (da Estônia a Portugal, da Finlândia à França). Estas celebrações estão ligadas às fogueiras da Páscoa e às fogueiras de Natal.

O uso de balões e fogos de artifício durante São João no Brasil está relacionado com o tradicional uso da fogueira junina e seus efeitos visuais. Fogos de artifício manuseados por pessoas privadas e espetáculos pirotécnicos organizados por associações ou municipalidades tornaram-se uma parte essencial da festa no Nordeste e em outras partes do Brasil. Os fogos de artifício, segundo a tradição popular, servem para despertar São João Batista.

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Os balões, no entanto, constituem atualmente uma prática proibida por lei devido ao risco de incêndio. Os balões serviam para avisar que a festa iria começar; eram soltos de cinco a sete balões para se identificar o início da festança.

Durante todo o mês de junho é comum, principalmente entre as crianças, soltar bombas. Algumas delas são: Traque, Chilene , Cordão, cabeção-de-nego , Cartucho, Rojão, Buscapé , Cobrinha e Espadas-de-fogo

O mastro de São João, conhecido em Portugal como o mastro dos Santos Populares, é erguido durante a festa junina para celebrar os três santos ligados a essa festa. No Brasil, no topo de cada mastro são amarradas em geral três bandeirinhas simbolizando os santos. Tendo hoje em dia uma significação cristã bastante enraizada e sendo, entre os costumes de São João, um dos mais marcadamente católico, o levantamento do mastro tem sua origem, no entanto, no costume pagão de levantar o “mastro de maio”, ou a árvore de maio, costume ainda hoje vivo em algumas partes da Europa.

A quadrilha brasileira tem o seu nome de uma dança de salão francesa para quatro pares, a “quadrille”, em voga na França entre o início do século XIX e a Primeira Guerra Mundial. A “quadrille” francesa, por sua parte, já era um desenvolvimento da “contredanse”, popular nos meios aristocráticos franceses do século XVIII. A “contredanse” se desenvolveu a partir de uma dança inglesa de origem campesina , surgida provavelmente por volta do século XIII, e que se popularizara em toda a Europa na primeira metade do século XVIII.

A “quadrille” veio para o Brasil seguindo o interesse da classe média e das elites portuguesas e brasileiras do século XIX por tudo que fosse a última moda de Paris (dos discursos republicanos de Gambetta e Jules Ferry, passando pelas poesias de Victor Hugo e Théophile Gautier até a criação de uma academia de letras, dos belos cabelos cacheados de Sarah Bernhardt até ao uso do cavanhaque).

Ao longo do século XIX, a quadrilha se popularizou no Brasil e se fundiu com danças brasileiras pré-existentes e teve subsequentes evoluções (entre elas o aumento do número de pares e o abandono de passos e ritmos franceses). Ainda que inicialmente adotada pela elite urbana brasileira, esta é uma dança que teve o seu maior florescimento no Brasil rural (daí o vestuário campesino), e se tornou uma dança própria dos festejos juninos, principalmente no Nordeste. A partir de então, a quadrilha, nunca deixando de ser um fenômeno popular e rural, também recebeu a influência do movimento nacionalista e da sistematização dos costumes nacionais pelos estudos folclóricos.

Hoje em dia, entre os instrumentos musicais que normalmente podem acompanhar a quadrilha encontram-se o acordeão (acordeom), pandeiro, zabumba, violão, triângulo e o cavaquinho. Não existe uma música específica que seja própria a todas as regiões. A música é aquela comum aos bailes de roça, em compasso binário ou de marchinha, que favorece o cadenciamento das marcações.

Os participantes da quadrilha, vestidos de matuto ou à caipira, como se diz fora do nordeste(indumentária que se convencionou pelo folclorismo como sendo a das comunidades caboclas), executam diversas evoluções em pares de número variável. Em geral o par que abre o grupo é um “noivo” e uma “noiva”, já que a quadrilha pode encenar um casamento fictício. Esse ritual matrimonial da quadrilha liga-a às festas de São João européias que também celebram aspirações ou uniões matrimoniais. Esse aspecto matrimonial juntamente com a fogueira junina constituem os dois elementos mais presentes nas diferentes festas de São João da Europa.
No Nordeste brasileiro, o forró assim como ritmos aparentados tais que o baião,o xote,o reizado,o samba-de-coco e as cantigas são danças e canções típicas das festas juninas.e algumas vezes musicas antigas de autores famosos..

Festas juninas em outros países

França
A “Fête de la Saint-Jean” (Festa de São João), assim como no Brasil, é comemorada no dia 24 de junho e tem como maior característica a fogueira. Em certos municípios franceses, uma alta fogueira é erigida pelos habitantes em honra a São João Batista. Trata-se de uma festa católica, embora ainda sejam mantidas tradições pagãs que originaram a festa. Na região de Vosges, a fogueira é chamada “chavande”.

Polônia
As tradições juninas da Polônia estão associadas principalmente com as regiões da Pomerânia e da Casúbia, e a festa é comemorada dia 23 de junho, chamada localmente ‘Noc Świętojańska” (Noite de São João). A festa dura todo o dia, começando às 8h da manhã e varando a madrugada. De maneira análoga à festa brasileira, uma das características mais marcantes é o uso de fantasias, no entanto não de trajes camponeses como no Brasil, mas de vestimentas de piratas. Fogueiras são acesas para marcar a celebração. Em algumas das grandes cidades polonesas como Varsóvia e Cracóvia esta festa faz parte do calendário oficial da cidade.

Rússia
A festa de Ivan Kupala (João Batista) é conhecida como a mais importante de todas as festas russas de origem pagã, e vai desde 23 de junho até 6 de julho. É um rito de celebração pelo verão, que foi absorvido pela Igreja Ortodoxa. Muitos dos rituais das festas juninas russas estão relacionados com o fogo, a água, fertilidade e auto-purificação. As moças, por exemplo, colocam guirlandas de flores na água dos rios para dar sorte. É bastante comum também pular as chamas das fogueiras. As festas juninas russas inspiraram o compositor Modest Mussorgsky para sua famosa obra “Noite no Monte Calvo”.

Suécia
As festas juninas da Suécia (Midsommarafton) são as mais famosas do mundo. É considerada a festa nacional sueca por excelência, comemorada ainda mais que o Natal. Ocorre entre os dias 20 e 26 de junho, sendo a sexta-feira o dia mais tradicional. Uma das características mais tradicionais são as danças em círculo ao redor do majstången, um mastro colocado no centro da aldeia. Quando o mastro é erigido, são atiradas flores e folhas. Tanto o majstången sueco (mastro de maio) como o mastro de São João brasileiro têm as suas origens no “mastro de maio” dos povos germânicos.

Durante a festa, são cantados vários cânticos tradicionais da época e as pessoas se vestem de maneira rural, tal como no Brasil. Por acontecer no início do verão, são comuns as mesas cheias de alimentos tipicos da época, como o morangos e as batatas. Também são tradicionais as simpatias, sendo a mais famosa a das moças que constroem buquês de sete ou nove flores de espécies diferentes e colocam sob o travesseiro, na esperança de sonhar com o futuro marido. No passado, acreditava-se que as ervas colhidas durante esta festa seriam altamente poderosas, e a água das fontes dariam boa saúde. Também nesta época, decoram-se as casas com arranjos de folhas e flores, segundo a superstição, para trazer boa sorte.
Durante este feriado, as grandes cidades suecas, como Estocolmo e Gotemburgo tornam-se desertas, pois as pessoas viajam para suas casas de veraneio para comemorar a festa.

Sendo assim celebração da Festa Junina surgiu em conseqüência do solstício de verão na Europa, norte da África e Oriente Médio, período em que os povos celtas, bretões, sardenhos, bascos, persas, egípcios, sírios e sumérios realizavam rituais de fertilidade para favorecer o crescimento da vegetação e a fartura das colheitas. Apesar das celebrações serem consideradas pagãs, a Igreja Católica não poderia apagá-las da história dos povos, com isso, foram adaptadas às comemorações da festa de São João, que se originou no dia 24 de junho, dia do solstício.

UEBA!!! Dia de Festa!!!

Hihihihhihihi!!! Sorry mas não resisti…
Notou a carinha safada do hipopótamo todo pimpão perturbando o amigo??? O melhor mesmo é a inocência do amiguinho indo tirar satisfação do “mal feito”. Quem conhece a pessoa que tenho em mente neste momento há de concordar que ele é a cara dela.
Acabou a hora do meu recreio! Mãos a obra agora…
Vocês já notaram como é fácil falar de quem a gente não gosta? Como é simples descrever alguém por quem não nutrimos a menor admiração. Definir, falar, descrever e homenagear quem a gente não só gosta e admira, mas acima de tudo respeita demais é muito mais complicado. É uma responsabilidade muito grande. Acho que por isso estou me sentindo um pouco travada para falar da Xis, uma amiga que em tão pouco tempo já marcou minha vida e meu coração para sempre.
A Xis é o tipo de ser humano que eu acredito que mesmo que a pessoa a odeie com todas as suas forças ainda assim não perde o enorme respeito que ela inspira. Ela é uma verdadeira guerreira, dessas que não venceu uma luta anos atrás somente, a vida dela é uma batalha diária. Um verdadeiro teste de força perseverança e resiliência. O maior mérito dela não está exatamente no vencer as lutas. Hoje em dia a vida de muita gente é assim, feita de verdadeiras guerras diárias. O mérito dela está no fato de passar por muita coisa desde criança e nunca ter se permitido endurecer ou mesmo perder a ternura (obrigada Che pela inspiração e desculpa pela ousadia de mudar um pouco o sentido da coisa! Rsrsrsrs). Sabe aquela pessoa LEVE? Aquela que não se lamenta o tempo todo, que você jamais testemunhou se lamuriando? Aquela que mesmo quando está com o maior problema do mundo acontecendo naquele momento, ainda assim tem todo o tempo e prazer do mundo de ouvir um amigo, ajudá-lo ou mesmo rir junto se for o caso? Então, certamente esta pessoa se inspirou na Xis! Não tenha a menor dúvida disso!
Hoje ela faz aniversário e quem ganha o presente são os amigos que são privilegiados com a sua presença e amizade. Eu agradeço o dia que uma pessoa mal intencionada tentou de todas as formas impedir que uma bela amizade nascesse entre nós duas. Obviamente não foi graças a esta pessoa que nossa amizade nasceu, mas serei eterna devedora pela bela história de superação que ficou escrita. Tínhamos tudo para quem sabe nos odiarmos e não nos respeitarmos de forma alguma, mas não era para ser assim né, Xis? Ainda bem, por que tenho certeza que o amor e o respeito que eu tenho por você é na mesma medida que o que você sente por mim.
Não tenho como desejar nada de novo para você, nada diferente do que eu já desejo todos os dias. Eu só posso do fundo do meu coração reiterar e renovar é o meu sincero desejo de te ver sempre bem, sempre feliz, sempre com todas as forças que a vida te exige todos os dias. Que independente do tamanho que a batalha seja, que você a vença sempre!
Mas como aniversário sem “desejos” não tem glamour nenhum, peço a Deus que te dê:
DINHEIRO para as coisas que nenhuma mulher vive sem (roupas, sapatos, cabeleireiro, sais de banho, etc e muitos etcs mais - rsrsrsrs) desnecessárias para os outros mortais, mas que para uma mulher faz toda a diferença;
AMOR pra que a sua vida tenha sempre um colorido, mas aquele amor com pegada, com mão forte e principalmente com ATITUDE (UIA!!!);
SAÚDE para que tenhas força pra lutar por todas as outras coisas da vida.
Mas, peço de forma ainda mais forte que quando as coisas se complicarem que você tenha:
AMIZADE para que quando o DINHEIRO fique escasso, você tenha um amigo(a) para lhe dar uma “ajudinha”.
Para que quando a PAZ estiver ameaçada, você tenha um amigo(a) para dizer as palavras sensatas que só quem gosta muito é capaz, palavras que às vezes não gostamos muito de ouvir, mas um amigo pode dizer, tem esse direito;
Para quando o AMOR te tirar do eixo, virar teu mundo de cabeça para baixo, tenhas um amigo(a) que te mostre com carinho a realidade, mas também quando este mesmo AMOR só trouxer alegria, que tenhas um amigo(a) que torça por você, que fique feliz com a sua felicidade (isso é uma das coisas mais raras);
E por fim para que quando a SAÚDE balançar possas sempre contar com o apoio, colo, cobertor quentinho e chocolate que só a companhia um amigo(a) pode dar.

É isso queridona… FELIZ ANIVERSÁRIO!!!!
E para me redimir do video-piadinha lá de cima:

Por último mas nem um pouquinho menos importante, eu quero aproveitar o espaço para tambem deixar um BEIJO ENORME e desejar o mesmo que desejei acima para a Xis, para a Aurea. Uma amiga deliciosa e muito querida, que faz aniversário no dia 2. Infelizmente nao vou ter acesso ao pc para poder também fazer uma homenagenzinha para mais este M&M vermelho que Deus colocou no pacote da minha vida! LINDONA tudo de bom para você! Um niversário memorável para você!

Pra começar muito bem a semana!!!

E se Deus quiser encerrar melhor ainda!

EU DIGO NÃO!

Eu quero começar dando uma explicação.

Logo que a idéia de ter um blog surgiu, eu tinha certeza que queria que o nome ou pelo menos o tema dele tivesse a ver com a personagem Lolita do Vladimir Nabokov. Depois de muito procurar e testar nomes eu cheguei ao “Pra Sempre Lolita”. Na hora de registrar o domínio me deu um “clic”. Peraí! Mas será que com este nome eu não vou atrair todo tipo de pedófilo? Este nome não dá uma idéia de alguém a favor da eternização da personagem na vida real? Não seria um incentivo à perpetuação da imagem infantil erotizada? Eu realmente cheguei a me perguntar se Freud não explicaria o fato de eu gostar tanto da personagem? Seria eu uma candidata ou uma pedófila que não tinha se desenvolvido. Eu passei um bom tempo, quase um mês neste dilema e numa verdadeira auto-analise, exame de consciência MESMO! E depois de conversar com amigos e ouvir algumas opiniões eu cheguei à conclusão que não tinha nada a ver com pedofilia e que em momento algum eu estava virando garota propaganda da erotização infantil.

O que me encanta na Lolita, é justamente a inocência endossada pela inconseqüência dela. Eu jamais dei ênfase á malicia precoce dela (que é óbvio que existe!). O que eu defendo é que a gente deve crescer, mas deve manter de alguma forma algo de sapeca, de inocente, de inconseqüente da época da nossa infância. Também não defendo nem sou uma adulta infantilizada! Mas uns momentos de travessura são sempre bem vindos!

Explicado o que me incomodava, vamos à proposta da blogagem coletiva. Eu resolvi recorrer ao You Tube como motivador (lembram da época do vestibular que antes da redação tinha sempre um texto motivador? Algo que detonava o processo de escrever dentro da gente?). Eu, na minha inocência imaginei que mesmo que não tivesse nada especificamente sobre o assunto certamente teria algo que serviria de motivador. Para minha surpresa o tema tem um material vastíssimo. Segunda surpresa: de uma qualidade impressionante!

Eu passei a tarde INTEIRA vendo vídeos sobre o assunto. Você começa vendo um que leva a outro que leva a outro e assim por diante. O que era para ter sido motivador para mim, teve um efeito 1000% oposto. Eu precisei parar de assistir, a esta altura já nada tinha a ver com escrever ou não. Foi me dando uma angústia, uma falta de ar, uma taquicardia, uma sensação muito ruim. Acho que se eu realmente tivesse usado a receita do médico e comprado o tal do Rivotril dias atrás hoje eu tinha tomado ele com gelo e limão e ainda assim eu não teria me sentido melhor. Eu precisei passar por pelo menos uma hora de muito choro para conseguir me propor novamente a escrever algo sobre isso. As imagens são fortíssimas. Sendo elas verdadeiras ou feitas em estúdio para algum vídeo educativo, elas despertaram sentimentos e reações físicas horríveis dentro de mim. A cada imagem que surgia eu me pegava imaginando a história por trás dela.

Eu decidi me proclamar totalmente inadequada, inábil e principalmente incapaz de falar sobre este tema. Ele é de uma profundidade e densidade que eu não alcanço. Felizmente a vida me brindou com uma verdadeira blindagem a qualquer tipo de violência na minha infância. Aliás, até hoje eu não passei por nada comparado ao que o mundo pode fazer com uma pessoa em termos de violência. Eu me dei conta que além de nunca ter sido objeto de tal violência eu também nunca fui exposta a nenhum caso assim. Pelo menos não que fosse sabido. Nunca tive uma coleguinha, um vizinho, um conhecido molestado sexualmente. A vida nunca me proporcionou perder a minha inocência neste sentido. Se é bom? Claro que é! Quem quer ter sido abusada? Quem gostaria de ter um amiguinho abusado? Ninguém. Mas tem um lado negativo nisso. O assunto e quem sabe até mesmo os sinais até hoje passaram batidos por mim. Quem garante que eu já não tive contato, em criança ou mesmo já adulta, com alguém que precisava de ajuda, ou alguém que precisava de punição? Não saberei nunca.
Violência de um modo geral é algo muito ruim. Mas violentar, VIOLAR uma criança é algo demoníaco! Quem tem conhecimento, ou mesmo desconfiança, que há uma criança sofrendo abusos e se cala, alem de covarde é tão criminoso quanto o agressor.

É uma obrigação de todo cidadão estar alerta, atento a todo e qualquer sinal de abuso sexual contra a infância e denunciar! E quanto a isso não há controvérsias e não cabe qualquer discussão a respeito.

Eu escolhi dois vídeos do you tube. Um que trata da violência em geral, com imagens e outro que é uma animação com a historinha contada do ponto de vista da criança abusada sexualmente, falando para outras crianças. Dói na alma! (todos dois são em espanhol, mas de fácil compreensão)

DIGA NÃO À PEDOFILIA E À EROTIZAÇÃO INFANTIL

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Dias 18 e 25 de maio - Blogagem Coletiva Em Defesa Da Infância

O Blog Diga Não À Erotização Infantil e a Comunidade Diga Não À Pedofilia convidam todos os blogs e sites amigos da criança a participarem de duas blogagens coletivas nos dias 18 e 25 de maio.

Dia 18 de maio é o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. Foi instituído pela Lei 9.970. A idéia surgiu em 1998 quando cerca de 80 entidades públicas e privadas, reuniram-se na Bahia para o 1º Encontro do Ecpat no Brasil. Organizado pelo CEDECA/BA, representante oficial da organização internacional que luta pelo fim da exploração sexual e comercial de crianças, pornografia e tráfico para fins sexuais, surgida na Tailândia, o evento reuniu entidades de todo o país. Foi nesse encontro que surgiu a idéia de criação de um Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual Infanto-Juvenil.

Foi escolhido o 18 de maio em homenagem à menina Araceli. Seqüestrada em 18 de maio de 1973, Araceli Cabrera Sanches, então com oito anos, foi drogada, espancada, estuprada e morta por membros de uma tradicional família capixaba. Muita gente acompanhou o desenrolar do caso, desde o momento em que Araceli entrou no carro dos assassinos até o aparecimento de seu corpo, desfigurado pelo ácido, em uma movimentada rua da cidade de Vitória. Poucos, entretanto, foram capazes de denunciar o acontecido. O silêncio da sociedade capixaba acabaria por decretar a impunidade dos criminosos.

Dia 25 de maio é o Dia Internacional Das Crianças Desaparecidas. A data refere-se ao dia do rapto do menino americano Etan Patz, em 1979. Etan tinha seis anos e jamais foi encontrado. Em 1983, os EUA reconheceram a data. Na Europa a data foi introduzida pela ONG Child Focus, após o caso Marc Dutroux, belga que raptou, estuprou e matou seis meninas. No Brasil o símbolo maior da luta pelas crianças desaparecidas é Arlete Caramês, mãe de Guilherme, desaparecido desde 17 de junho de 1991.

COMO PARTICIPAR DA BLOGAGEM COLETIVA E DE NOSSO MOVIMENTO

No dia 18 de maio próximo poste em seu blog textos sobre exploração sexual, abuso sexual, pedofilia e perigos na internet para crianças. Não teremos um texto padrão. Você pode pesquisar em nosso blog ou em nossas comunidades no orkut ( Diga Não À Pedofilia e Crianças e a Internet) e escolher o texto que mais lhe agradar para postar em seu site. O importante é repassar as informações, alertar, protestar! Informar às pessoas de como elas podem reconhecer que uma criança está sendo abusada, como e onde denunciar, alertar pais e crianças sobre os perigos da Internet, exigir o fim da impunidade e que todo crime contra crianças seja considerado hediondo.

Quem não tem blog ou site, pode nos ajudar divulgando nosso Movimento e também através do orkut, colocando em sua página a imagem dessa fita no lugar de sua foto, na semana de 18 de maio.

Mais informações sobre a Campanha de 18 de maio, leia na comunidade no orkut.

No dia 25 de maio, pedimos ajuda mais uma vez para divulgação de nosso Movimento Pela Criação do Alerta Amber no Brasil. O Alerta Amber é um alerta nacional de crianças desaparecidas dos EUA. Queremos que um alerta semelhante seja implementado em nosso país. Em cerca de 75% dos raptos, a criança é morta nas primeiras horas por seus seqüestradores e cerca de 10 a 15% das crianças desaparcidas podem jamais ser encontradas. A criação de um cadastro e alerta efetivo de crianças raptadas poderia mudar esse contexto, salvando vidas, quando a notícia do desaparecimento da criança fosse alardeada rapidamente, principalmente pelos meios de comunicação. Recentemente, o Deputado Alfredo Kaefer apresentou, na Câmara dos Deputados, projeto de lei para criação do alerta nacional. Queremos pressionar para que seja rapidamente aprovado e efetivado. Leia aqui mais sobre nosso Movimento e ajude a divulgá-lo.

Para a semana de 25 de maio, convidamos a uma blogagem coletiva a respeito do drama das crianças desaparecidas e raptadas que também pode ser pesquisando em nosso blog clicando AQUI. Quem quiser também poderá divulgar a imagem deste Movimento, em seus blogs ou através do orkut.

Muito obrigada à solidariedade de todos que ajudarem esse Movimento.

“A criança é o princípio sem fim. O fim da criança é o princípio do fim. Quando uma sociedade deixa matar as crianças é porque começou seu suicídio como sociedade. Quando não as ama é porque deixou de se reconhecer como humanidade.

Afinal, a criança é o que fui em mim e em meus filhos enquanto eu e humanidade. Ela, como princípio, é a promessa de tudo. É minha obra livre de mim.

Se não vejo na criança, uma criança, é porque alguém a violentou antes, e o que vejo é o que sobrou de tudo que lhe foi tirado. Diante dela, o mundo deveria parar para começar um novo encontro, porque a criança é o princípio sem fim e seu fim é o fim de todos nós.”

Herbert de Souza (BETINHO)
Sociólogo

Outra blogagem legal que vou participar, em seguida, mas tratarei dela após a da Pedofilia!

Feliz Dia das Mães

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Passei dias tentando achar a mensagem perfeita para o dia das mães. Aquela que dissesse tudo que eu gostaria que fosse dito, sem tirar nem por. Com isso na cabeça passei  quase uma semana numa caçada desesperada no Youtube, quando eu me dei conta que tem coisas que simplesmente não se explica com palavras. Que transcendem o universo das letras. O entendimento só vem se for feito com o coração, com sentimento. Mãe é uma dessas “coisas”: ou você compreende o sentido com o coração ou palavra alguma te fará entender o que isso significa.

Então escolhi uma mensagem que não usa palavras para demonstrar o poder de uma mãe na vida de uma criatura, o quão especial este ser é. Um arquivo feito só de imagens. Tudo bem que a qualidade delas em alguns momentos deixa um pouco a desejar, mas certamente o recado é dado.

Queria então, desejar  um Dia das Mães cheio de paz amor e saúde para todas as mães do mundo, de todas as raças e todos os credos, as  mães adolescentes e as mães da terceira idade, as mães que neste momento podem abraçar seus filhos e as mães que tudo que poderão fazer é uma prece e deixar uma flor no túmulo de um filho. Um dia de paz nos corações das mães que procuram desesperadamente por seus filhos que por algum motivo  foi arrancado de seus braços e até hoje não foram devolvidos. Um dia abençoado para as mães que não geraram seus filhos no útero, mas que dão tudo o que eles precisam com seus corações. Um dia lindo para as mães que agora são avós…. ai as avós….que coisa mais gostosa deve ser ser mãe duas vezes!

Um Feliz Dia das Mães para todos os filhos que ainda podem passar um dia como o de hoje ao lado de sua mãezinha querida e um dia de muita paz e serenidade para aqueles que passarão o dia com suas mães somente em seus corações e pensamentos.

E…Como ninguém é de ferro: Um feliz dia das mães para MINHAS duas MÃES!!!

E agora para não fugir da regra, momento cultura: A Origem do Dia das Mães!

A mais antiga comemoração dos dias das mães é mitológica. Na Grécia antiga, a entrada da primavera era festejada em honra de Rhea, a Mãe dos Deuses.

O próximo registro está no início do século XVII, quando a Inglaterra começou a dedicar o quarto domingo da Quaresma às mães das operárias inglesas. Nesse dia, as trabalhadoras tinham folga para ficar em casa com as mães. Era chamado de “Mothering Day”, fato que deu origem ao “mothering cake”, um bolo para as mães que tornaria o dia ainda mais festivo.

Nos Estados Unidos, as primeiras sugestões em prol da criação de uma data para a celebração das mães foi dada em 1872 pela escritora Júlia Ward Howe, autora de “O Hino de Batalha da República”.

Mas foi outra americana, Ana Jarvis, no Estado da Virgínia Ocidental, que iniciou a campanha para instituir o Dia das Mães. Em 1905 Ana, filha de pastores, perdeu sua mãe e entrou em grande depressão. Preocupadas com aquele sofrimento, algumas amigas tiveram a idéia de perpetuar a memória de sua mãe com uma festa. Ana quis que a festa fosse estendida a todas as mães, vivas ou mortas, com um dia em que todas as crianças se lembrassem e homenageassem suas mães. A idéia era fortalecer os laços familiares e o respeito pelos pais.

Durante três anos seguidos, Anna lutou para que fosse criado o Dia das Mães. A primeira celebração oficial aconteceu somente em 26 de abril de 1910, quando o governador de Virgínia Ocidental, William E. Glasscock, incorporou o Dia das Mães ao calendário de datas comemorativas daquele estado. Rapidamente, outros estados norte-americanos aderiram à comemoração.

Finalmente, em 1914, o então presidente dos Estados Unidos, Woodrow Wilson (1913-1921), unificou a celebração em todos os estados, estabelecendo que o Dia Nacional das Mães deveria ser comemorado sempre no segundo domingo de maio. A sugestão foi da própria Anna Jarvis. Em breve tempo, mais de 40 países adotaram a data.

“Não criei o dia das mães para ter lucro”

O sonho foi realizado, mas, ironicamente, o Dia das Mães se tornou uma data triste para Anna Jarvis. A popularidade do feriado fez com que a data se tornasse uma dia lucrativo para os comerciantes, principalmente para os que vendiam cravos brancos, flor que simboliza a maternidade. “Não criei o dia as mães para ter lucro”, disse furiosa a um repórter, em 1923. Nesta mesmo ano, ela entrou com um processo para cancelar o Dia das Mães, sem sucesso.

Anna passou praticamente toda a vida lutando para que as pessoas reconhecessem a importância das mães. Na maioria das ocasiões, utilizava o próprio dinheiro para levar a causa a diante. Dizia que as pessoas não agradecem freqüentemente o amor que recebem de suas mães. “O amor de uma mãe é diariamente novo”, afirmou certa vez. Anna morreu em 1948, aos 84 anos. Recebeu cartões comemorativos vindos do mundo todos, por anos seguidos, mas nunca chegou a ser mãe.

Cravos: símbolo da maternidade

Durante a primeira missa das mães, Anna enviou 500 cravos brancos, escolhidos por ela, para a igreja de Grafton. Em um telegrama para a congregação, ela declarou que todos deveriam receber a flor. As mães, em memória do dia, deveriam ganhar dois cravos. Para Anna, a brancura do cravo simbolizava pureza, fidelidade, amor, caridade e beleza. Durante os anos, Anna enviou mais de 10 mil cravos para a igreja, com o mesmo propósito. Os cravos passaram, posteriormente, a ser comercializados.

No Brasil

O primeiro Dia das Mães brasileiro foi promovido pela Associação Cristã de Moços de Porto Alegre, no dia 12 de maio de 1918. Em 1932, o então presidente Getúlio Vargas oficializou a data no segundo domingo de maio. Em 1947, Dom Jaime de Barros Câmara, Cardeal-Arcebispo do Rio de Janeiro, determinou que essa data fizesse parte também no calendário oficial da Igreja Católica.

DIFÍCEIS ESCOLHAS

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Por que teimamos em crescer? Em sair do “útero quentinho” do seio familiar que a infância propicia? Por que insistimos em adquirir bens e responsabilidades que na maioria das vezes só servem pra acumular problemas e tristezas na nossa história? Por que eu lutei tanto pra deixar de ser a menina do vovô e me tornar uma mulher de ninguém? Por que chega uma hora em que temos a necessidade física de termos nossa própria casa, conta em banco, carro, marido, filhos, diploma e um monte de trabalho pra fazer, responsabilidades, problemas e mais problemas sem fim a serem resolvidos?

Tantas questões assim me fazem sentir saudade de um tempo em que nada tirava meu sono. Sabe a expressão “eu era feliz e não sabia”? Exatamente, não sabia por que tinha tantas outras preocupações que me faziam acreditar que eu era a garota mais problemática do mundo. Ahhh, se eu soubesse… Eram coisas tão simples de se resolver.

Como resolver ir a todas as festinhas que eu fosse convidada, fossem em dia de semana ou final de semana e chegar tarde como todo mundo fazia, mas meus avós insistiam em dizer que eu não poderia ir. “Uma menina de família não vai a festinhas todo dia e chega tarde. Uma menina que tem família zelando por ela, fica em casa estudando e se preparando para a vida”. O que adiantou? Hoje, apesar de já ter chegado aos 30 anos, tenho liberdade total de ir e vir, quando e com quem quiser. Fiquei feliz com isso? Não, perdeu a importância no momento em que ficou “tudo liberado” (calma….nem tudo!!!). No começo eu até aproveitei um bocado….saí muito e cheguei em casa muitas vezes junto com o sol….Mas a verdade é que logo perdeu a graça. O mundo fora da Gaiola parece tão sedutor quando visto de dentro dela….

E o medo de não ser aceita pela turma? De ficar marcada como a diferente? Quantas coisas eu deixei de fazer com medo de parecer a “Carrie-a estranha”? Quantas opiniões guardei pra mim? Quantas vezes deixei de falar pra minha família “eu te amo”, com medo que eles me achassem uma boba sentimental ou que eu estava desistindo da minha rebeldia sem causa? E o pior: como sofri por cada vez que deixei de ser eu mesma? Que besteira, um dia você cresce e descobre que todo mundo é diferente (graças a Deus!), e que é justamente aí que está a graça em ter amigos e uma família: descobrir diferenças que enriquecem, te fazem sentir menos esquisita e mais amada.

Mas nem tudo era só neuras! Senão não teria tantos motivos pra sentir saudades dessa fase. Sinto falta do meu jeito carinhoso com meus amigos, da disponibilidade que tinha pra ser simplesmente amiga e confidente de pessoas que passavam pelas mesmas crises que eu. Sabe quando nada mais importa (tarefa, paqueras, festas, cursinho, colégio) quando aquela sua amiga te liga com voz chorona dizendo que seus pais estão se separando ou o seu namorado pediu um tempo? Nada mais tinha importância, eu parava tudo e ia dar a ela meu ombro cheio de apoio e conforto. E hoje, o que eu faço? Minha melhor amiga passa por uma crise monumental e eu não tenho mais o mesmo tempo e disponibilidade de ligar e ir alem de ouvi-la dizer que penso muito nela e rezo todo dia pra que Deus a conforte, já que essa amiga aqui nem pra isso presta.

Sinto falta do convívio diário com minha família. Sinto falta de nossas conversas em volta da mesa. Deles me esperando chegar do colégio, azul de fome e mal humorada pra saberem o que tinha acontecido de divertido no meu dia. Sinto saudade de sair pra fazer compras com minha avó na Nossa Senhora de Copacabana e sempre ter que comer milho cozido! Queria de volta as férias que tínhamos em família, onde tudo era companheirismo e descobertas. Sinto falta da figura forte e provedora do meu avô, que transmitia a sensação de que nada ruim poderia acontecer comigo ou com minha família. Mas coisas tristes acontecem com todo mundo, e eu descobri do jeito mais difícil que ninguém pode me proteger disso.

Mas eu cresci, e com eles meus problemas e, também, alegrias. Hoje, se eu não pagar minhas contas, ninguém pagará por mim. Se eu der um passo errado, terei que arcar sozinha com as conseqüências dele. Tenho muito mais poder, até pra magoar e machucar mais as pessoas que eu amo tanto. E sei que algumas coisas que faço, ao contrário de quando era uma menina, têm um tom definitivo. Hoje, está em minhas mãos ser definitivamente feliz ou infeliz. E quer saber? Sinto-me tão pronta pra decidir isso quanto uma menininha que não consegue escolher o que quer ganhar de Natal. Por que eu fui crescer, hein? Por que ninguém me avisou que um dia eu não teria pra onde correr quando tudo desse errado?

Ai….acho que quero alguem para  cuidar de mim….literalmente velar até meu sono.

Amanhã isso passa!

Dá Para não Valorizar a Lealdade de Um Amigo???

Vou manter meu estilo de sempre.

Falarei SÓ por mim: Nããããããããõ! Não dá!
Aliás fica difícil até confiar em quem não consegue entender, valorizar e apreciar lealdade.

Lealdade é mãe de muitas outras virtudes.

O que esperar de alguém capaz de ser desleal com uma amigo de verdade? TUDO!

O bom disso tudo é que o inverso tambem se aplica. Uma pessoa que se mantem leal aos que se diz amigo é uma pessoa que está acima de qualquer suspeita. É quase uma prova irrefutável de bom caráter.

Algo me diz que existe um erro conceitual gravíssimo na expressão “mundo cão”.

Anyway… Recebi essas imagens dias atrás e não consegui realmente esquecê-las (Como na net tudo parece circular há décadas, poder que estas imagens você tenha visto anos atrás. Para mim são novas). Fez com que eu refletisse sobre todas as vezes em que a lealdade de um bom amigo me resgatou do meio da “rodovia”. Claro que também me fez lembrar das vezes que o “amigo” se aproveitou da minha boa fé ou mesmo da minha distração para, sem mais nem menos, dar aquele empurrãzinho por entre a grade da passarela para me ver dar o possivel último suspiro esparramada no asfalto em meio ao trânsito pesado.

O que eu concluí? Que nao fossem os empurrões lá de cima da passarela eu nao teria encontrado tantos “anjos do asfalto” na minha estrada. E (desculpa Roberto, mas terei de me apropriar de algo que te pertence) o importante é que emoçoes eu vivi!!! (aff! rsrsrsrs que essa agora eu pegeui pesado, né?)

Espero que as imagens não choquem ninguém. Em uma olhada superficial elas são tristes. Mas elas retratam um momento de uma delicadeza infinita. Fazendo-nos desejar (para quem nunca experimentou) ou valorizar (para os expererimentados!) viver num mundo cão!

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***Este cachorro foi visto no meio de uma movimentada avenida tentando cuidar de  um  amigo que tinha sido atropelado. Usando as patas, tentava “acordá-lo” mas este estava já morto Ele tentou incansavelmente  empurrar  o seu amigo para fora da estrada. Quando se aproximavam  para ajudar, ele latia para impedir que chegassem perto. Apesar do tráfego intenso, não abandonou o seu amigo. Ele só saiu da avenida quando um carro do governo local veio retirar os dois.***

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